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segunda-feira, dezembro 10, 2018
segunda-feira, novembro 26, 2018
domingo, dezembro 10, 2017
domingo, novembro 08, 2015
terça-feira, setembro 15, 2015
I Lost it at the Video Store

"For a generation, video stores were to filmmakers what bookstores were to writers. They were the salons where many of today’s best directors first learned their craft. The art of discovery that video stores encouraged through the careful curation of clerks was the fertile, if sometimes fetid, soil from which today’s film world sprung. Video stores were also the financial engine without which the indie film movement wouldn’t have existed. In I Lost it at the Video Store, Tom Roston interviews the filmmakers–including John Sayles, Quentin Tarantino, Kevin Smith, Darren Aronofsky, David O. Russell and Allison Anders–who came of age during the reign of video rentals, and constructs a living, personal narrative of an era of cinema history which, though now gone, continues to shape film culture today."
segunda-feira, agosto 11, 2014

sábado, agosto 09, 2014
sábado, fevereiro 22, 2014
Hollywood, de Edgar Pêra

Tenho mais de uma centena de livros de e sobre cinema nas estantes de madeira barata no sótão (a.k.a escritório) de minha casa. "Hollywood", de Edgar Pêra, não estará certamente entre os mais originais, os mais filosóficos, os mais intelectualmente estimulantes ou os mais técnicos da colecção. Mas é, verdade seja dita, um dos mais fáceis de ler aos soluços, entre intervalos de trabalho e insónias inconstantes, tão simples de resumir quanto interessante nas suas incontáveis curiosidades cinéfilas. "O Homem foi ao IMDB e junto uma mão-cheia de trivialidades lá presentes", disse-me um colega blogger na última gala dos TCN Blog Awards. Pois bem, "Hollywood" é muito mais do que isso.
Para começar, o cineasta português conduziu ele próprio várias pesquisas e entrevistas que levaram a revelações engraçadas, como as de Joaquim de Almeida sobre as diferentes cores dos guiões de 24 ou sobre a personalidade de Robert Rodriguez. Depois tudo é escrito com uma linguagem tão profissional - o Tendinha podia aprender qualquer coisa com Pêra - quanto divertida, com várias punchlines inteligentes a encerrarem regularmente cada parágrafo de curiosidades sobre os mais de cem anos da indústria de Hollywood. São poucas as que entram na nossa memória, mas muitas as que se revelam instantaneamente gratificantes para o cinéfilo de ocasião. A nível estrutural, excelente organização e sequência temática, bem como útil utilização dos negritos nos nomes das estrelas, que quase obrigam a saltar a vista de vez em quando para a página do lado para dar uma "rapidinha" nesta ou naquela história sobre um favorito do leitor. Já agora, sabiam que Jack Palance partiu o nariz a Marlon Brando? E que o patrão da MGM andou à pancada com Charlie Chaplin?
sexta-feira, abril 19, 2013
Roger Ebert - Life Itself (IX/X)

Quase todos os livros de Roger Ebert focavam-se no cinema ou em determinados filmes. Mas, como este excerto demonstra, em "Life Itself", lançado em 2011, Ebert quis relembrar a sua vida, as suas aventuras, as suas opiniões e a sua luta contra o cancro, deixando todas essas memórias registadas para quem quisesse as descobrir. Aqui passamos a saber qual o primeiro filme que viu, quais as suas influências enquanto escritor, como acabou por ser crítico de cinema, qual aquela que considera ser a sua última grande entrevista etc. etc. E, como acontece com qualquer biografia de relevo, já foi anunciada uma adaptação cinematográfica de "Life Itself", produzida pelo seu amigo Martin Scorsese e realizada pelo responsável de um dos seus filmes favoritos: Steve James, autor de "Hoop Dreams". Só falta mesmo saber a quem caberá o papel principal. Sugestões?
domingo, abril 14, 2013
Roger Ebert - Questions for the Movie Answer Man (IV/X)

Originalmente publicado em Junho de 1997, "Questions for the Movie Answer Man" é, provavelmente e injustamente, o mais subvalorizado livro de Ebert. Colecção das melhores cartas que recebeu durante mais de vinte anos no Chicago Sun Times, o livro com cerca de trezentas páginas está hoje em dia obviamente datado - sendo a sua publicação anterior ao lançamento do primeiro DVD no mercado, muitas das perguntas não fazem obviamente muito sentido nos dias que correm, principalmente as relacionadas com VHS e outras tecnologias hoje fora de moda - mas, ainda assim, continua a ser uma obra fundamental para descobrir e aprofundar conhecimento na personalidade e escrita descontraída do crítico norte-americano. O indíce está mal organizado, é verdade, mas as pequenas histórias e curiosidades que Ebert nos apresenta mesmo quando uma simples resposta afirmativa ou negativa seria suficiente fazem deste livro uma recomendação obrigatória para qualquer movie bluff. Porque este dificilmente encontrará melhor leitura casual - de casa-de-banho, se preferirem - que esta e porque perguntas como "porque é que os trailers muitas vezes nada têm a ver com os filmes" ou "devo pedir autógrafos a actores quando os encontro num restaurante" são intemporais. E a forma como Ebert a elas responde, imperdíveis.
terça-feira, dezembro 25, 2012
Eis um livro que não vai mudar a sua vida

quarta-feira, abril 15, 2009
Sugestão de Leitura: É Só Um Filme
Nos seus filmes, Alfred Hitchcock encontrou a expressão perfeita para as suas fantasias. Partilhou essas fantasias com o mundo em clássicos como "Janela Indiscreta", "O Homem Que Sabia Demais", "Intriga Internacional", "A Mulher Que Viveu Duas Vezes", "Psico" ou "Os Pássaros". Em "É Só Um Filme - Vida e Obra de Alfred Hitchcock", Charlotte Chandler baseia-se nas suas longas conversas com Hitchcock, revelando frequentemente factos desconhecidos e dados inesperados sobre o homem, o realizador e os seus filmes.Autora de excelentes biografias, Charlotte Chandler passou vários anos com Hitchcock, falando sobre a vida e a espantosa carreira do realizador. Também conversou com a sua mulher, Alma, com a filha, Pat, e, ainda, com muitas das lendas do cinema que participaram nos filmes de Hitchcock, incluindo nomes como Cary Grant, Ingrid Bergman, James Stewart, Grace Kelly ou Gregory Peck, entre muitos outros. O resultado é um retrato pessoal mas também abrangente de um artista único que, entre os anos vinte e os anos setenta do século passado, criou muitos dos mais memoráveis filmes da história.
Vinte e cinco anos após a sua morte, o perfil característico de Hitchcock continua a ser um ícone instantaneamente reconhecível e os seus filmes continuam a conquistar popularidade e louvores críticos. Charlotte Chandler apresenta-nos o verdadeiro Hitchcock: um dedicado homem de família, dotado de sentido de humor, um inglês com sensibilidade eduardiana que foi um dos grandes mestres da arte cinematográfica.
Fonte/Editora: Bizâncio
Preço de Relançamento: 7,50€
quinta-feira, fevereiro 21, 2008
Boca do Inferno, de Ricardo Araújo Pereira
Sinopse Oficial: "Boca do Inferno é uma composição de peças humorísticas com a assinatura inconfundível de Ricardo Araújo Pereira. Das crónicas que pervertem os assuntos mais banais às que colocam na berlinda políticos de ponta, o traço comum é uma ironia certeira, um olhar sempre inesperado, que nos surpreende de cada vez que julgamos nada mais haver para inventar. No Posfácio Relativamente Interessantíssimo, de Manuel Rosado Baptista, pode ler-se: "Falar deste conjunto de crónicas de Ricardo de Araújo Pereira é, acima de tudo, perder tempo. Nada se poderá dizer delas que o leitor não descubra logo à primeira leitura - ou ainda antes. No entanto, poucas coisas serão mais estimulantes para os ociosos do que uma tarefa fácil."Ricardo Araújo Pereira é o Mourinho do humor, da critíca social e da maledicência política. Perdão, correcto seria afirmar que José Mourinho é que é o Ricardo Araújo Pereira do futebol. Se tivesse que confiar nas capacidades de um indivíduo, devidamente reconhecidas pela lei, para exercer direitos e assumir obrigações perante, e em nome do povo português, Ricardo seria o meu eleito. Exagerado? Não. Um pouco. Talvez. Claro. Sim, ao ponto de certificar uma ida à Avenida do Brasil. De qualquer das formas, mantenho-o. O seu carácter consistente, a consciência do "eu" no meio do "nós", a sua "boca infernal", a capacidade de enfrentar o desafio, a provocação e o inesperado... será mesmo preciso continuar? Não o admiro nem contemplo pelos Gato Fedorento, obra e produto do seu espiríto insurgente, - sem qualquer desprimor para os seus colegas - e que marca uma transição que tardava no panorama humorístico nacional, mas que mesmo assim sempre considerei ser nada mais do que uma pequena e quase insensível amostra do potencial de RAP. Com "Boca do Inferno", denominação honorífica das suas crónicas semanais na revista Visão, que podem ser lidas e relidas neste livro que reúne considerável parte delas, Ricardo dá as primeiras passadas para o reconhecimento inequívoco que lhe será feito, daqui a duas décadas ou três, como um dos prazenteiros mais portentosos que este país alguma vez viu. E porque este ainda é um blogue de cinema, acho que fica bem terminar afirmando que Ricardo é... Uma Mente Brilhante.
quinta-feira, agosto 30, 2007
Sugestão de Leitura: Ossos Perdidos de Kathy Reichs
Kathy Reichs pode ser um nome estranho mesmo para muitos que conhecem as suas histórias e as acompanham ocasionalmente na 2: e/ou na Fox. Isto porque é ela a antropóloga forense autora das obras nas quais a série "Bones" ("Ossos") foi baseada. Com um carinho especial pela série - muito devido ao seu divertido elenco secundário -, não vou deixar de dar uma olhadela à última obra da escritora. Traduzido em mais de trinta línguas, e com lançamento marcado para o mesmo dia em vários continentes, "Ossos Perdidos" promete ser mais um bestseller que ocupará, tal como as obras que o precederam, o primeiro lugar do top de vendas durante algum tempo. Quem já tiver passado os olhos por alguma das obras literárias de Reichs, que deixe a sua opinião.segunda-feira, maio 28, 2007
Sugestão de Leitura do Mês: Notes from My Travels (2003)
"Diários das Minhas Viagens"Angelina Jolie
Casa das Letras
320 páginas, 14€
Decorria o ano de 2001, quando Angelina Jolie aceitou o cargo de Embaixadora da Boa Vontade para o Alto Comissariado das Nações Unidas para os Refugiados. Com o novo estatuto, aproveitou para visitar alguns dos sitíos mais devastados com guerras infrutíferas e vitimizações destruidoras. Em "Diário das Minhas Viagens", da Casa das Letras, reúne as recordações de viagens marcantes à Serra Leoa, à Tanzânia ou ao Paquistão, entre outros, onde trabalhou e se dedicou, de todo o coração, a todos os que precisavam de ajuda. Com alguns testemunhos inspiradores, repletos de alegria onde a tristeza abunda, além de imagens ímpares, pode finalmente ler, em bom Português, a visão única do Mundo de Angelina Jolie.
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