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domingo, março 01, 2026
Fast & Furious (2009)

domingo, julho 06, 2025
Whiteout (2009)

domingo, abril 13, 2025
Drag Me to Hell (2009)
terça-feira, novembro 16, 2021
S. Darko (2009)

quinta-feira, abril 22, 2021
The Girlfriend Experience (2009)

sábado, agosto 17, 2019
The Age of Stupid (2009)

quinta-feira, abril 25, 2019
Papá Wrestling (2009)

terça-feira, junho 13, 2017
Triangle (2009)

quinta-feira, fevereiro 02, 2017
3 Idiots (2009)

sexta-feira, outubro 23, 2015
Chernaya Molniya (2009)

quinta-feira, setembro 10, 2015
Middle Men (2009)

sábado, dezembro 20, 2014
Diverted (2009)

quinta-feira, maio 16, 2013
The Hole (2009)
Mãe e dois filhos mudam-se para uma nova cidade, para um novo bairro, para uma nova escola pela milésima vez desde que Dane e Lucas vivem sem o pai. Enquanto exploravam a sua nova casa com a vizinha Julie, as crianças descobrem um buraco na cave que parece não ter fundo e que estava fechado com vários cadeados. A curiosidade infantil irá abrir um portal para que vários pesadelos assombrem o mundo real de todos aqueles que olharam para a passagem sobrenatural.
Realizado pelo histórico Joe Dante, autor de obras revolucionárias e intemporais como "Gremlins" ou "Piranha", "Medos" é um filme de terror... para crianças. Com um conceito minimamente interessante e um arranque promissor, "The Hole" perde, no entanto, todo o gás com o desenrolar da trama, com efeitos especiais praticamente anedóticos e amadores - muitos deles feitos unicamente para promover o 3D e não a narrativa -, que fazem com que a fita perca o seu élan, mesmo quando consegue construir algum suspense em cenas com uma atmosfera bem conseguida. Num guião repleto de clichés - como que uma compilação/homenagem a vários clássicos do cinema de terror - e com uma mão cheia de interpretações sensaboronas, não conseguimos conectar-nos nem com as personagens, nem com a história. Em suma, eis mais um para cair no esquecimento.
Realizado pelo histórico Joe Dante, autor de obras revolucionárias e intemporais como "Gremlins" ou "Piranha", "Medos" é um filme de terror... para crianças. Com um conceito minimamente interessante e um arranque promissor, "The Hole" perde, no entanto, todo o gás com o desenrolar da trama, com efeitos especiais praticamente anedóticos e amadores - muitos deles feitos unicamente para promover o 3D e não a narrativa -, que fazem com que a fita perca o seu élan, mesmo quando consegue construir algum suspense em cenas com uma atmosfera bem conseguida. Num guião repleto de clichés - como que uma compilação/homenagem a vários clássicos do cinema de terror - e com uma mão cheia de interpretações sensaboronas, não conseguimos conectar-nos nem com as personagens, nem com a história. Em suma, eis mais um para cair no esquecimento.
sexta-feira, fevereiro 22, 2013
Defendor (2009)
Arthur Poppington é uma criança num corpo de adulto, consequência de um problema mental catapultado por uma infância conturbada com a mãe, uma prostituta com problemas com a droga que o abandonou em casa dos avós muito cedo na vida. No entanto, o seu avô sempre lhe contou uma história sobre como tinham sido os "Capitães da Indústria" que a tinham destruído, fazendo com que Arthur crescesse com a ambição de um dia ser um super-herói capaz de vingar a morte da sua progenitora. Assim, cria Defendor, um vigilante nocturno que, aliado a uma jovem prostituta, irá combater todos aqueles que traficam drogas, mulheres e armas na sua cidade. Com artilharia caseira pouco convencional e uma atitude tão corajosa quanto perigosa, Defendor não vai parar enquanto não encontrar e aniquilar o "Capitão da Indústria". Mas sobreviverá ele a esta odisseia onde, praticamente, limita-se a levar pancadaria de forma quase gratuita?
Estreia na realização do actor canadiano Peter Stebbings, "Defendor - O Vigilante" é uma divertida e interessante comédia dramática de baixo orçamento, potenciada ao limite por um trio de interpretações de alto nível de Harrelson, Dennings e Koteas - e como lhe assenta na perfeição o papel de polícia corrupto. Com um equilíbrio estrutural notável entre o riso e a emoção, "Defendor" apresenta-se, dentro do género, como uma alternativa muito válida e credível ao brilhante "Kick-Ass", também ele focado num super-herói que de super tinha muito pouco. O problema é que, ao contrário da descontração do hit de Matthew Vaughn, a fita de Stebbings deixa-se cair na ingénua tentação de querer ser algo que não é: um produto provocador, sombrio e profundo sobre relações humanas, orquestrando uma conclusão muito mais carrancuda do que enérgica e divertida. Ainda assim, e desculpando também um processo de montagem nem sempre eficaz, "Defendor" merece uma vista de olhos.
Estreia na realização do actor canadiano Peter Stebbings, "Defendor - O Vigilante" é uma divertida e interessante comédia dramática de baixo orçamento, potenciada ao limite por um trio de interpretações de alto nível de Harrelson, Dennings e Koteas - e como lhe assenta na perfeição o papel de polícia corrupto. Com um equilíbrio estrutural notável entre o riso e a emoção, "Defendor" apresenta-se, dentro do género, como uma alternativa muito válida e credível ao brilhante "Kick-Ass", também ele focado num super-herói que de super tinha muito pouco. O problema é que, ao contrário da descontração do hit de Matthew Vaughn, a fita de Stebbings deixa-se cair na ingénua tentação de querer ser algo que não é: um produto provocador, sombrio e profundo sobre relações humanas, orquestrando uma conclusão muito mais carrancuda do que enérgica e divertida. Ainda assim, e desculpando também um processo de montagem nem sempre eficaz, "Defendor" merece uma vista de olhos.
segunda-feira, julho 16, 2012
The Tournament (2009)
De sete em sete anos, uma cidade mundial é escolhida para ser palco de uma batalha épica e perigosa entre assassinos de elite de todo o planeta. Este ano em Middlesbrough, no Reino Unido, as regras são simples: só pode sobreviver um, e esse, "o melhor do mundo", recebe dez milhões de dólares, fatia ainda assim pequena tendo em conta todo o dinheiro que é movimentado através de apostas milionárias de mafiosos e corruptos. Com aparelhos GPS implantados nos corpos dos assassinos, esta edição terá um participante inesperado: nada mais nada menos do que um padre alcoólico, que numa manhã de ressaca bebe do café errado. Literalmente.Algures entre o estilo de realização do britânico Guy Ritchie e o conceito à "Battle Royale" de Takeshi Kitano, "The Tournament" é um divertido e competente "matar ou morrer", cuja banalidade do guião e a previsibilidade latente no último terço do filme é compensada pelo realismo e criatividade das suas cenas de acção, bem como por uma ou outra sequência suficientemente corajosa e elaborada para justificar um elogio do mais delinquente dos críticos. Moralmente vácuo, mas engenhosamente ritmado e violento, só é pena que "O Torneio" não tenha desenvolvido adequadamente algumas das personagens aparentemente mais interessantes, deixando a ideia de que, enquanto série de televisão, por exemplo, poderia ter tido muito mais sucesso do que como obra singular de hora e meia.
quarta-feira, abril 13, 2011
Chloe (2009)
Catherine (Julianne Moore) e David (Liam Neeson) são um casal de meia-idade como tantos outros: as suas carreiras profissionais são infalíveis, mas a sua relação conjugal está repleta de dúvidas e percalços. De modo a ter a certeza de que o marido ainda a amava e não a andava a trair, Catherine contrata um atraente, lasciva e voluptuosa prostituta de luxo para o seduzir, de seu nome Chloe (Amanda Seyfried). O que não sabe é que será essa sua decisão de abrir a porta à tentação que irá colocar todas as bases da sua vida em terrenos inseguros e movediços, incluindo a sua própria sexualidade.Thriller libidinoso do egípcio canadiano Atom Egoyan (“The Sweet Hereafter “ e “Where the Truth Lies”), “Chloe” é a adaptação norte-americana do francês “Nathalie…”, realizado por Anne Fontaine em 2003, com Gérard Depardieu, Emmanuelle Béart e Fanny Ardant nos papéis principais. Com uma narrativa psicossexual que levanta várias questões sobre a tentação, a identidade e o primitivismo do desejo carnal, “Chloe” resulta na perfeição enquanto filme erótico mas espalha-se ao comprido enquanto trama que se pretendia inteligente e surpreendente. Com personagens estereotipadas e motivos quase sempre opacos, “Chloe” acaba por tornar-se rapidamente pornografia barata e entediante. Pretensioso, salvam-se as belíssimas interpretações de Moore e Seyfried, duas actrizes excepcionais – e, diga-se de passagem, em grande forma física também – que mereciam um guião bem mais hábil e equilibrado.
domingo, fevereiro 13, 2011
Celda 211 (2009)
Juan Oliver é um jovem futuro pai que, há falta de melhores alternativas, arranja um emprego como guarda prisional de uma cadeia de alta segurança espanhola. Decidido a deixar boa impressão ao novo chefe, apresenta-se ao trabalho um dia mais cedo de modo a ficar a conhecer a “casa” por dentro, bem como os seus novos colegas de profissão. No entanto, durante a visita guiada, Juan é infortunadamente atingido na cabeça por um fragmento que caiu de um dos muitos tectos podres da prisão. Temporariamente inconsciente, os guardas colocam-no na cela 211, desabitada devido à morte recente de um dos prisioneiros. Confirmando a velha máxima de que há dias em que não se deve mesmo sair de casa, nessa mesma altura irrompe um motim sem precedentes, que obriga os guardas a fugirem e a deixarem Juan sozinho na cela. Ao acordar rodeado de criminosos, Juan percebe rapidamente que terá de se fazer passar por um novo prisioneiro se quiser sobreviver.Vencedor de oito prémios Goya em 2010 – e nomeado vencido de outros tantos -, os mais conceituados galardões do cinema espanhol, “Celda 211” é um thriller prisional com um guião inteligente, dotado de artimanhas narrativas tão inesperadas quanto eficazes, uma cinematografia convincente e realista, uma realização segura de Daniel Monzón – que continua a colocar-se à prova em diferentes géneros cinematográficos, da comédia à ficção científica, quase sempre com aplausos por parte da crítica - e uma mensagem social, política e cultural tão importante e significativa para qualquer espanhol quanto supérflua para qualquer apreciador de bom cinema em qualquer parte do mundo. Entre a influência dos etarras e o desespero da crise económica e governamental espanhola, o destaque merece no entanto ir por inteiro para um conjunto de interpretações impressionantes, começando na estrela de cartaz Alberto Ammann, curiosamente de naturalidade argentina, e terminando em Luis Tosar, que na pele do insolente Malamadre mostra que um aterrorizador idealista pode ser, também, um ser humano amigo dos seus amigos, fiel e respeitador das liberdades e direitos humanos mais básicos.
Drama com “cojones”, “Cela 211” é a adaptação cinematográfica de sucesso da conceituada obra literária homónima do sevilhano Francisco Pérez Gandul, considerada por muitos críticos literários do país vizinho como um dos melhores livros espanhóis da década passada. Colocando o espectador na posição incómoda de Juan Oliver, Daniel Monzón coloca-nos no meio do motim, angustiados pela ausência de soluções prudentes e racionais, quase sempre descriminadas em função da teoria dos “danos colaterais”.
sábado, janeiro 29, 2011
Exam (2009)
Uma só pergunta para responder em oitenta minutos. É este o desafio que é colocado aos oito candidatos finais a um emprego secreto e confidencial, mas muito bem remunerado. Numa sala sem janelas – apenas espelhos colocados entre paredes -, pouca luz e simplesmente acompanhados por um guarda armado junto à porta, terão que cumprir com três regras para não serem desqualificados: não falarem com o guarda, não estragarem os seus papéis e não abandonarem a sala. Impostas as regras, o relógio começa a contagem decrescente e os candidatos viram as folhas. Do outro lado, nada escrito. Mais do que saber qual a resposta certa, a partir desse momento interessa descobrir qual a pergunta que precisam de responder. Sem quebrar nenhuma das regras, frustração, confusão e o feitio de cada um dos candidatos irá aumentar a tensão na sala. Até onde estarão dispostos a ir por um emprego de sonho?O jovem realizador estreante Stuart Hazeldine consegue orquestrar em “Exam” uma fita interessante e singular que, apesar do espaço de acção reduzido e do conceito algo vazio, consegue entreter durante toda a sua duração, graças a um elenco competente, uma realização criativa e um guião ritmado, que explora de forma hábil todos os pormenores físicos que tem ao seu dispor, sem nunca se tornar demasiado confuso. Filme de mistério rapidamente transformado em thriller dramático, “Exam” consegue através da complexidade das suas variadas personagens tornar-se minimamente credível, equilibrando muito bem o desenrolar da narrativa após cada descoberta com os diálogos pertinentes de cada um dos oito "jogadores" em causa. Certamente um nome a ter em conta nos próximos anos, Hazeldine mostra em “Exam” que não é preciso milhões nem efeitos especiais de vanguarda para fazer um filme tão criativo e inteligente quanto moderno.
quarta-feira, janeiro 19, 2011
El Secreto de Sus Ojos (2009)
Polícia recentemente reformado, Benjamin Esposito decide escrever um livro de memórias sobre um crime ocorrido há quase trinta anos, mas que nunca foi resolvido, para ocupar os dias vazios e deprimentes de um homem solitário, cansado de estar por casa sem nada para fazer nem ninguém com quem conversar. Em tom de romance policial, explorando caminhos que nunca foram tomados, Benjamim acabará por revisitar as causas, consequências e circunstâncias do crime que o atormentou toda uma vida, bem como algumas opções pessoais e relacionais que tomou durante a sua vida. O novo olhar sobre o passado irá colocá-lo na senda de novos factos que poderão, quem sabe, resolver o caso e reatar uma paixão antiga.Com uma realização sólida do argentino Juan José Campanella, tarefeiro mais conhecido em Hollywood pela realização de alguns episódios marcantes em séries televisivas como “House”, Lei e Ordem” ou mesmo “30 Rock”, “El Secreto de Sus Ojos” foi o justo vencedor do Óscar da Academia para Melhor Filme Estrangeiro em 2010. Com uma cinematografia excepcional, cujo brilhantismo pode ser exemplificado na sequência que ocorre num estádio de futebol apinhado de adeptos ou cuja intensidade pode ser testemunhada no vazio angustiante de um elevador partilhado com um criminoso de arma em punho, a fita de Campanella possui ainda um equilíbrio notável na sua narrativa, oscilando facilmente e eficazmente entre o drama e o romance, o crime e a paixão. Com repetidos planos fechados aos rostos das personagens a favorecerem os hábeis diálogos e os expressivos silêncios – e provando a categoria do trabalho de maquilhagem no envelhecimento/rejuvenescimento constante das personagens -, “O Segredo dos Seus Olhos” é uma obra imperdível para qualquer cinéfilo que se preze, uma história que prova como, permitam-me a redundância, pequenos pormenores podem alterar o nosso destino neste planeta.
terça-feira, dezembro 21, 2010
Inglourious Basterds (2009)
No primeiro ano da ocupação de França pelos alemães, Shosanna Dreyfus testemunha a execução da sua família pela mão do Coronel Nazi Hans Landa. Shosanna escapa por pouco, fugindo para Paris onde falsifica uma nova identidade como proprietária e operadora de um cinema. Noutro local da Europa, o Tenente Aldo Raine organiza um grupo de judeus americanos, soldados, para executar investidas rápidas e chocantes de retribuição. Conhecidos pelos seus inimigos como "os sacanas", o bando de Raine une-se à actriz e agente infiltrada alemã Bridget von Hammersmark numa missão para destruir os líderes do Terceiro Reich. O destino de todos eles converge sob um letreiro de cinema, onde Shosanna está determinada em criar o seu próprio plano de vingança.Enérgico, divertido, excêntrico e singular. Os “Sacanas Sem Lei” de Quentin Tarantino são violentos e amorais, mas também personagens deliciosamente irresistíveis na sua construção cinematográfica. E Landa, magistralmente interpretado pelo até então semi-desconhecido Christoph Waltz – que acabou por, naturalmente, arrecadar praticamente todos os galardões para os quais foi nomeado, incluindo o Óscar de melhor actor secundário -, é, muito provavelmente, uma das figuras mais audazes, desprezáveis mas também memoráveis não só da filmografia de Tarantino, mas também da história recente de Hollywood. It’s a Bingo!
Fantasiosamente rico no seu universo muito próprio, o realizador/guionista Tarantino orquestra uma espécie de reinvenção dos “Doze Indomáveis Patifes”, oferecendo a Pitt, Kruger, Roth e companhia diálogos soberbos e caprichosos, dando-lhes asas para arrancarem performances inolvidáveis. Com uma das melhores sequências de abertura que há memória, o primeiro dos cinco capítulos homenageia ainda Sergio Leone com um “Once Upon a Time in Nazi-Occupied France”, entre muitas outras “homages” que, tal como é habitual, multiplicam-se entre cenas tão tumultuosas e intensas quanto divertidas e primorosas. Com um ritmo estonteante do primeiro ao último minuto, “Inglourious Basterds” foi de longe o melhor filme de 2009. E um dos melhores da sua década.
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