quinta-feira, maio 14, 2015

Feral Kid @ VHS

quarta-feira, maio 13, 2015

Pajiba

"Publisher’s Note: This is a long story. It involves David Letterman, the origins of Pajiba, and a falling out that ended a formative, lifelong friendship. By the end of the piece, however, I promise that I will finally reveal the meaning of the word “Pajiba,” or at least the origins of the term."

terça-feira, maio 12, 2015

Marketing

segunda-feira, maio 11, 2015

De Niro & Hathaway

domingo, maio 10, 2015

Até sempre, Dave!

sábado, maio 09, 2015

Será que é desta?

sexta-feira, maio 08, 2015

Behind Mad Men

"Don Draper lived on hard drives for half a decade before anybody paid him any notice. In 1999, Matthew Weiner, then an unfulfilled writer on CBS' Ted Danson sitcom Becker, spent his every off-hour doing research on the 1960s: what people wore, how they decorated their offices, what they ate and drank (and smoked, and drank some more). Then, over six days in the spring of 2001, he sketched out his vision for a show about the staff of a boutique advertising agency — Sterling Cooper — and its stylishly debauched head pitchman. Nobody bought the script, but it landed Weiner a 45-minute call from David Chase, who hired him as a writer on HBO's The Sopranos." [F]

quinta-feira, maio 07, 2015

Que miséria!

quarta-feira, maio 06, 2015

Strangelove recriado com objectos domésticos

"Artist Kristan Horton knows Dr. Strangelove well. I mean really well, much, much better than you do: he’s watched it hundreds of times, the natural outcome of a situation that arose when a VHS cassette of Stanley Kubrick’s masterpiece was the only content he could play on his TV set over a period lasting more than two years (...) Several years ago Horton decided to make an art project by re-creating hundreds of stills from the movie using ordinary objects you might find in your home. The project is called Dr. Strangelove Dr. Strangelove and was shown at Jessica Bradley Art + Projects and Vancouver’s Contemporary Art Gallery." [F]

terça-feira, maio 05, 2015

The Legend of Conan

"I can tell you is that it’s unbelievably well written. They’re still tweaking the end but it’s going to be very very powerful. What’s important on this project is they don’t look at it like, ‘Oh this is kind of a sword movie, where they just kill each other, and let’s write it off as a b-action movie". Arnold Schwarzenegger sobre o muito aguardado - já lá vão trinta anos - "The Legend of Conan".

segunda-feira, maio 04, 2015

Um passo em frente, dois passos atrás.

Pelos vistos, não é preciso ter um blogue de cinema para fazer parte de um júri de "Blogues de Cinema" de um festival de renome em Portugal. Eu sei, estou a ficar velho e chato.

domingo, maio 03, 2015

A mulher anda possuída!

sábado, maio 02, 2015

Roam-se de inveja!

Mais difícil do que uma licença de construção, mais complicado do que uma autorização da Câmara Municipal, mais problemático do que arranjar o espaço necessário, consegui finalmente a permissão da minha querida mulher para construir um cinema drive-in na minha garagem! O plano está traçado: lado direito repleto de filmes, livros e memorablia cinematográfica e televisiva, lado esquerdo com duas mãos cheias de cartazes originais do Edgar e uma máquina de flippers cinéfila - gosto tanto desta - e, na frente, uma bruta tela com um projector à maneira. Vou passar mais tempo na garagem do que muitos mecânicos!

sexta-feira, maio 01, 2015

quinta-feira, abril 30, 2015

Suits S4 Bloopers

quarta-feira, abril 29, 2015

Estou lixado (e ansioso)!

O Michael Moore esteve em Lisboa uma semana a filmar cenas para um novo documentário e não me disse patavina. Fico chateado porque sigo a e-list do sacana há anos e tenho um fraquinho pelo seu estilo controverso e tendencioso - e esta seria uma oportunidade única de lhe arrancar uma fotografia e um autógrafo -, mas fico agora em pulgas para ver o que é que vem aí! #CarreganelesMoore!

terça-feira, abril 28, 2015

Porque é uma tradição cá da casa

segunda-feira, abril 27, 2015

Foi um prazer, Fonte Nova.

De blockbusters a pequenas produções, os cinemas do Fonte Nova sempre foram a minha primeira escolha para uma escapadinha de Sétima Arte. Por várias razões: nada de pipocas nem bebidas barulhentas, nada de putos estúpidos - apenas casais mais velhos e um ou outro solitário -, nada de intervalos, nada de confusões nem filas nas bilheteiras. Ecrãs largos, salas espaçosas, boa qualidade audiovisual na projecção. Foram dezenas, talvez mais de uma centena, os filmes que descobri naquele pequeno centro comercial de Benfica. O mesmo que a Medeia agora abandona, findado o contrato de exploração. Esperemos que alguém aproveite o espaço e não se tornem aquelas salas, tão importantes na minha história cinéfila, em lojas de roupa ou sabe lá Deus o quê.

domingo, abril 26, 2015

Não escapou ninguém!

sábado, abril 25, 2015

Capitão Falcão (2015)

Uma campanha de marketing fenomenal - das redes sociais à imprensa tradicional, da interacção directa com o público à partilha de análises positivas de todas as esferas, de sites especializados a blogues desconhecidos -, um super-herói português cheio de pinta e a promessa de uma crítica político-social mordaz à história recente de Portugal. Tudo sublimemente bem engendrado para bater recordes a nível interno, gerar boa vontade e entusiasmo no passa-a-palavra, criar uma ponte segura entre o público e o cinema nacional. O filme, esse, deixa uma sensação agridoce no espectador que conseguiu manter os olhos livres de areia no meio desta tempestade no deserto: se por um lado a obra de João Leitão é um portento técnico e artístico (créditos iniciais, visual e guarda-roupa excêntrico, coreografias de acção) tendo em conta os meios e fundos com que foi orquestrado, por outro a sua narrativa parece satisfazer-se apenas com o suficiente, as one-liners que ficam no ouvido, os lugares comuns de acção-reacção de tantas outras aventuras do género, adaptadas ao ambrosíaco contexto fascista/comunista do Estado Novo. A mesma ambivalência ao nível da direcção de actores: se Gonçalo Waddington e José Pinto dominam de forma majestosa o overacting requisitado, já outros - Rui Mendes e Matamba Joaquim, principalmente - falham rotundamente nessa vertente de interpretação. Outra dualidade: a uma cena brilhante a todos os níveis - o jantar interrompido pelo comuninja -, segue-se outra pateta, previsível e preguiçosa - a do interrogatório pasteleiro. Ainda assim, verdade seja dita no meio de todas estas oscilações, "Capitão Falcão" é uma injecção de alento ao panorama cinéfilo nacional, uma aposta corajosa num género virgem - até os Capitães de Abril são literalmente pintados de Power Rangers -, uma espécie de blockbuster de culto dentro de portas que merece a sua sequela contra o Flamingo. Porque quem não sente a ânsia de ser mais, não chegará a ser nada.

sexta-feira, abril 24, 2015

C'um caraças!

quinta-feira, abril 23, 2015

I have a Facebook page that 5.4m people “like”. What does that mean?

"Kids changed my perspective. Before I had my three, I’d walk around in my own head, not noticing anything. Acting used to be everything; now, because of them, it’s just a small part". Al Pacino, sem segredos, no "The Guardian".

quarta-feira, abril 22, 2015

Mais do que comprado, Johnny!

terça-feira, abril 21, 2015