segunda-feira, fevereiro 18, 2019

Violet Fanning

domingo, fevereiro 17, 2019

The Haunting of Hill House (S1/2018)

Realização fenomenal de Mike Flanagan, cinematografia exuberante de Michael Fimognari - eles que já tinham trabalhado juntos na muito interessante jornada psicológica de "Gerald's Game" - e um elenco de excepção, sem figura de proa a liderar nem pescador no convés a atrapalhar. Um drama familiar claramente exposto a um contexto de terror psicológico - e não só -, onde cada elemento vive e sobrevive da maneira que consegue aos traumas de uma infância temível. Perfeita articulação entre o presente e o passado em cada episódio, subvertendo de forma admirável os clichés do género "casa assombrada" e tornando toda a narrativa num estudo aprofundado sobre o medo e tudo aquilo que nos caracteriza enquanto seres humanos, no singular e no colectivo. Por mais frustrante que possa por vezes ser, Flanagan não oferece respostas fáceis e rápidas a cada um dos actos/comportamentos das personagens; e isso é o que torna "The Haunting of Hill House" numa das mais competentes séries do último ano. Aquele maravilhoso sexto episódio, como que filmado num único take (apenas ilusão, na verdade), um exemplo óbvio da qualidade e irreverência de Flanagan.

sexta-feira, fevereiro 15, 2019

Calma Olivia, respira.

quinta-feira, fevereiro 14, 2019

Comparação Plataformas de Streaming


PREÇO

Em Portugal, a Amazon Prime oferece apenas o serviço básico de streaming (5,99£), sem os benefícios de outros pacotes mais completos disponíveis lá fora que incluem transporte grátis e expedito de encomendas, alugueres pagos para streaming de filmes fora do catálogo, streaming de músicas, armazenamento ilimitado de fotografias, etc. A Filmin, plataforma VoD portuguesa de cinema independente, permite subscrição mensal (6,95€) ou anual (valor mensal de 4,59€) sem vales. Os vales podem ser comprados separadamente e servem para aluguer de filmes que recentemente chegaram aos cinemas ou ao mercado físico de distribuição (o mais recente documentário de Michael Moore estava disponível através destes vales na Filmin quando o mesmo ainda estava em exibição nos cinemas, por exemplo). 3,95€ cada vale ou compra de packs de vales, com desconto. HBO Portugal chega com uma opção de subscrição única: 4,99€. Netflix tem vários pacotes disponíveis (7,99€, 10,99€, 13,99€ e 16,99€), sendo aqui analisado, tal como nas restantes plataformas, aquele que foi testado (13,99€). Seguem as diferenças entre as várias subscrições possíveis da Netflix:


INTERACTIVIDADE SMART TVS LG

Neste capítulo, a aplicação da Netflix bate de longe qualquer uma das restantes. Não só pela rapidez com que se navega na mesma, como também pela forma intuitiva e fácil com que se consegue escolher qualquer uma das opções especiais (legendas, etc). A da Amazon Prime é primitiva, originando vários enganos (temporadas adiantadas, legendas e audio errados, voltar ao menu principal sem que isso fosse pretendido), ainda para mais de forma quase sempre arrastada entre "páginas" diferentes, que demoram a carregar. Filmin com apresentação bastante elegante e navegação rápida q.b., ainda assim com ícones demasiado grandes que fazem com que vejamos apenas meia dúzia de opções no ecrã. HBO Portugal perde por comparação com a Netflix, mesmo que cumpra os requisitos mínimos.

VELOCIDADE DE STREAMING

A mesma ligação à internet serviu de base para as quatro plataformas. Amazon Prime Video a única que algumas vezes sofreu com soluços e resolução temporária mais baixa em alguns episódios HD. Filmin e HBO Portugal demoram alguns segundos a "arrancar", mas sem cortes/perdas de qualidade de aí em diante. Netflix arranque quase imediato e qualidade irrepreensível na imagem.

EXTENSÃO DO CATÁLOGO

O catálogo mais limitado acaba por ser o da Amazon Prime. Destaque para as temporadas completas de "Seinfeld" e para um catálogo considerável de filmes de Bollywood. Dezenas de conteúdos originais e exclusivos, bem como documentários e séries desportivas. Filmin é uma plataforma de cinema independente com cerca de 1000 filmes de todos os géneros, feitios e continentes. HBO Portugal com uma variedade enorme de documentários, séries que marcaram a história do canal e espectáculos de stand-up comedy ou talk-shows de lendas como Bill Maher e Lewis Black. A Netflix cada vez mais aposta na quantidade em detrimento da qualidade, oferecendo um catálogo sem fim, para adultos e crianças, com um pouco de tudo, para todos os gostos.

CATÁLOGO HARD TO FIND NO SR.JOAQUIM

Ora para quem não sabe, o Videoclube do Sr. Joaquim é aquele lugar mítico onde cinéfilos de todo o planeta vão alugar o que querem e precisam quando não o arranjam de outra forma. Neste capítulo, Amazon Prime, HBO Portugal e Netflix estão repletos de conteúdos que facilmente se encontram no estabelecimento do Sr. Joaquim. Já o Filmin conta com um catálogo repleto de obras independentes, de autor, low-cost, que a maioria de nós nem sabia que existia quanto mais que estaria pelo Sr. Joaquim numa prateleira qualquer refundida. Amazon Prime, pelo cinema indiano, e HBO Portugal pelos stand-ups, documentários e talk-shows, acabam por ganhar uns pontinhos extra neste campo.

ACTUALIZAÇÃO DO CATÁLOGO

Amazon Prime raramente actualizado com novos conteúdos, salvo estreia de novas temporadas (e filmes) dos conteúdos exclusivos da produtora. Filmin actualizado com uma dezena ou duas de filmes por mês. HBO Portugal acabou de estrear, mas palpito que será apenas actualizado com regularidade no que toca a estreias de novas temporadas e filmes da produtora. Ponto a favor por prometer estrear no mesmo dia que nos EUA. Netflix renova o catálogo semanalmente, com séries e filmes de produção "caseira" e não só. As actualizações de catálogo da Netflix em Portugal podem ser consultadas aqui.

LEGENDAS

Inúmeras em português do Brasil na Amazon Prime. E mesmo as que estão em português, várias vezes com ausência de falas. No Filmin, legendas irrepreensíveis em todos os filmes que foram vistos - provavelmente usadas as que estavam nos DVDs. HBO Portugal, vistos alguns episódios piloto, vários erros ou omissões detectadas, a maioria de palavras que deviam estar separadas mas acabaram por ficar juntas. Já na Netflix, conteúdos mais populares com legendagem impecável (e ousada, até), sobrando o "desenrasca" para alguns produtos menos conhecidos (principalmente documentários mais independentes em que se nota uma tradução nem sempre perfeita).

INFORMAÇÃO DE CONTEÚDOS

Amazon Prime com uma funcionalidade única nestas plataformas que acaba por ser interessante: quando é feito um pause numa cena, aparece a informação, quase sempre correcta, de quem são os actores que estão nessa cena. Ausência de classificação (IMDb, Rotten, o que fosse) e de trailers dificultam a escolha. Filmin bate a concorrência com trailers em quase todos os conteúdos, sinopses impecáveis e profissionais em português, informações técnicas diversas e uma classificação interna (de 1 a 10) dada pelos utilizadores. HBO Portugal sem trailers mas com pontuação do IMDb, o que acaba por ser um indicador de qualidade de conteúdos que não conhecemos. Netflix com trailers e teasers para conteúdos originais, mas sem os mesmos para o resto do catálogo. Sem classificação externa para consulta.

OUTRAS CARACTERÍSTICAS

Selecção de perfis múltiplos apenas disponível na Netflix, o que dá muito jeito quando não queremos os documentários vegan e as séries de vampiros que a nossa querida mulher gosta de ver a inundar os nossos menus ou recomendações. Para não falar da criançada. HBO Portugal sem aplicação para IOS (ainda?), o que é um valente senão para aqueles que gostam de utilizar o iPad ou o iPhone em viagem e fora de casa para ver qualquer coisa. Filmin e HBO Portugal sem opção de download de conteúdos para visualizar offline. Amazon Prime permite mas acaba por muitas vezes o fazer com legendas aleatórias de outros países - até com audio dobrado já me aconteceu. Netflix permite download de quase todos os conteúdos, sem limites de transferências, sem ocupar muito espaço, e com bastante tempo de folga até se "auto-destruir".

CONSIDERAÇÕES FINAIS

Todas as plataformas de streaming acabam por ter mais valias que podem justificar uma assinatura. Dependerá muito do perfil de quem as procura: Netflix e HBO Portugal complementam-se a nível de séries e oferecem catálogos diferenciados a nível de filmes/documentários/stand-up/talk-shows fora da gigantesca máquina comercial de Hollywood e dos sucessos de bilheteira que se repetem em ambas as plataformas. Filmin absolutamente impreterível para o mais curioso, exigente e afoito dos cinéfilos e Amazon Prime uma boa alternativa para quem procura conteúdos mais relacionados com desporto automóvel e futebol ou séries/filmes com trinta anos em cima. Cá por casa, vão continuar as quatro na LG.

quarta-feira, fevereiro 13, 2019

Make Us Dream (2018)

Documentário produzido para a Amazon sobre a carreira de Steven Gerrard e todo o culto que se gerou em torno do seu talento e atitude em campo, uma autêntica lenda de um dos clubes mais intensos e premiados de Inglaterra. Narrado em muitos momentos pelo próprio e realizado pelo experiente documentarista Sam Blair ("Maradona 86"), "Make Us Dream" centra-se em três momentos fundamentais da sua vida em Liverpool: a conquista da Liga dos Campeões em 2005 numa final de loucos contra o Milão de Rui Costa, Kaká e companhia; o momento (2006) em que anunciou que queria sair do clube - altamente cobiçado pelo Chelsea de José Mourinho, que mais tarde ainda o tentou levar para o Inter e Real Madrid - e toda a revolta dos adeptos do clube, que queimaram camisolas e o apelidaram de traidor; e, finalmente, a escorregadela fatal quase em fim de carreira que custou o primeiro título de campeão inglês ao seu clube do coração desde 1990. Um jogador ímpar, um clube sem igual, um documentário cativante. "You'll never walk alone"!

terça-feira, fevereiro 12, 2019

Nas Nalgas do Mandarim - S06E02

segunda-feira, fevereiro 11, 2019

Bird Box (2018)

Adaptando a célebre frase de Mark Twain, as notícias desta morte cinematográfica foram claramente exageradas. "Bird Box" está longe de ser a proclamada e anunciada desgraça que as redes sociais difundiram, movendo-se como uma obra claramente imperfeita - os avanços e recuos na história acabam por não resultar enquanto artefacto narrativo, tornando demasiado óbvio o destino de várias personagens - mas, ainda assim, com vários elementos de interesse e suspense que justificam não só o mais casual dos visionamentos como o investimento feito pela Netflix no filme da dinamarquesa Susanne Bier. Mérito para um final risonho quando a esperança era cada vez mais nula e a clara sensação de que Sarah Paulson e Sandra Bullock deviam ter trocado de papéis no casting. Sandrinha, já deste o que tinhas a dar - 45 milhões de visionamentos na semana de estreia, dirão os seus defensores em resposta.

domingo, fevereiro 10, 2019

Eu já sonhei que isto me acontecia!

sábado, fevereiro 09, 2019

Jean-Claude Van Johnson (S1/2016)

Comédia de acção de seis episódios de meia hora produzidos pela Amazon para a sua plataforma de streaming, "Jean-Claude Van Johnson" tem uma mão-cheia de ideias deliciosas centradas em torno da carreira de Jean-Claude Van Damme. O problema é que a nostalgia, as referências cinemáticas e o humor corrosivo que polvilha a série de Dave Callaham (um dos guionistas de "The Expendables") não é acompanhada por uma narrativa minimamente credível - a busca por um dispositivo que provoca mudanças climatéricas instantâneas - e, pior que tudo, sem qualquer linha consistente orientadora entre episódios. Ainda assim, JCVD a fazer de JCVD, aqui agente secreto na vida real para uma agência que, claro, está repleta de vilões. O conflito entre a vida de actor em declínio e de espião atabalhoado, com uma sidekick irresistível (a belíssima Kat Foster) e um conceito revivalista que merecia muito melhor tratamento. Assim, ficou-se pelo cancelamento óbvio, sem espaço para desenvolver a promessa dos segundos finais: uma segunda temporada focada em viagens no tempo. E tão bem que Van Damme as conhece.

sexta-feira, fevereiro 08, 2019

Nalgas Flash Review: Bird Box

quinta-feira, fevereiro 07, 2019

Tu

quarta-feira, fevereiro 06, 2019

Avengers: Infinity War (2018)

Uma proeza: ao final de quatro dias e sete power naps, consegui passar a primeira hora e meia de epilepsia CGI dos "Vingadores: Guerra do Infinito" e finalmente acabar aquele que muitos consideraram no ano passado como a Mona Lisa da Marvel. Meus amigos, Markls e companhia, um final arriscado e refrescante - na verdade, um falso final arriscado e refrescante, já que obviamente esta ladroagem StanLeeana vai arranjar maneira de reverter a coisa e não perder biliões com o desaparecimento de tanto boneco das prateleiras - não chega para que o cinéfilo minimamente exigente consiga ignorar uma mão-cheia de decisões sem sentido (de acordo com os super poderes disponíveis para cada herói), a barafunda anárquica de tanto personagem a tentar dar nas vistas e, no fundo, toda uma aura de Dragon Ball em torno de cada novo filme do género que começa a tornar-me cada vez mais nostálgico dos Batman de Nolan. Cansado, cansadinho da Marvel.

terça-feira, fevereiro 05, 2019

Why can't we be friends?

segunda-feira, fevereiro 04, 2019

Velvet Buzzsaw (2019)

Durante a primeira meia-hora, "Velvet Buzzsaw" é uma requintada e divertida caricatura ao mundo da arte, dos críticos aos influencers, dos agentes aos artistas. Uma mão cheia de personagens que se move dentro do ramo, com problemas e soluções para todos os géneros, de dormir com quem for preciso a aldrabar o mais experiente dos interessados. E eis que, de repente, o filme de Dan Gilroy (que se tinha estrado na realização com o maravilhoso "Nightcrawler") se transforma numa espécie de "Final Destination: Modern Art", em que uma força sobrenatural inexplicável começa a matar das mais variadas e originais formas todos aqueles que pretenderam lucrar com as obras secretas de um pintor morto. Ora bem, quem aceitar de forma natural essa transição - como eu, diga-se -, irá desfrutar da mais recente estreia mundial da Netflix; quem tinha outras expectativas, facilmente justificáveis pela presença do melhor Gyllenhaal - the crazy one, entenda-se -, certamente ficará desiludido. Como diria Morf Vandewalt, "critique is so limiting and emotionally draining".

domingo, fevereiro 03, 2019

Octávio Matos (1939-2019)

sábado, fevereiro 02, 2019

Nas Nalgas do Mandarim - S06E01

sexta-feira, fevereiro 01, 2019

Lakeview Terrace (2008)

Samuel L. Jackson, Patrick Wilson e Kerry Washington num thriller competente(zinho) sobre um polícia negro racista que inferniza a vida dos seus novos vizinhos apenas porque, na sua visão distorcida, leão branco não devia acasalar com pantera negra. Sob o manto protector do seu crachá e do seu estatuto profissional, Abel Turner - o intratável Jackson - tem tudo a seu favor para rapidamente correr com a nova vizinhança do bairro. Neil LaBute não é grande realizador - isso nota-se bem em vários personagens introduzidos, de filhos a pais, que caiem pelo caminho sem qualquer razão ou explicação aparente - mas também não precisa: a equipa sabe jogar sozinha e isso chega-lhe para não perder.

quinta-feira, janeiro 31, 2019

Take 50 - Billy Wilder

quarta-feira, janeiro 30, 2019

Como funciona a nostalgia?

terça-feira, janeiro 29, 2019

IO (2019)

Um sci-fi futurista low-budget transformado em slow-budget intimista, com duas personagens a discutir os problemas da humanidade numa cabana e o significado de obras de arte num museu. Sobrevivência num planeta que caminha para uma morte lenta, com muita conversa de chacha e pouca criatividade e, ainda por cima, um final mais do que óbvio. E assim, tal como se esperava, eis mais um produto "vanguardista" da Netflix em que só o conceito interessa e tudo o resto não cumpre os mínimos. Mais um sacrifício que fiz para que vocês não tenham que o fazer.

segunda-feira, janeiro 28, 2019

2019 & 2020

domingo, janeiro 27, 2019

Jesse Eisenberg fast talking... i'm in.

sábado, janeiro 26, 2019

Prison Break (S4/2008)

A quarta temporada de "Prison Break" é um caso de estudo, pelas piores razões: onze episódios iniciais técnica e narrativamente ao nível do melhor que a série já tinha oferecido no ano de estreia e eis que chega um midseason finale muito manhoso que serve de pontapé de saída para uma segunda metade absolutamente horrorífica: qual telenovela mexicana sem fundos, mal interpretada - pelos mesmos que antes tinham brilhado -, terrivelmente filmada e editada, "Prison Break" arrasta-se repleta de decisões tão previsíveis quanto risíveis, reviravoltas parvas atrás de reviravoltas parvas, enfim, um desastre completo até ao salto final de quatro anos nos minutos finais daquele que se julgou ser, durante quase uma década, o capítulo final de uma série outrora especial. Aí, com emoção, percebemos que o nosso herói morreu. Mas como? E eis que veio um filme ("The Final Break") para o explicar. Mas esperem, afinal era brincadeirinha: em 2017, Michael voltou para mais nove episódios. E mais estão prometidos a anunciados. Mercado, a quanto obrigas.

sexta-feira, janeiro 25, 2019

Troma meets Portugal

quinta-feira, janeiro 24, 2019

Fyre (2019)

Eis a história de como um vigarista disfarçado pelos cada vez menos exigentes media como um "jovem empreendedor visionário" enganou milhares de pessoas, de colaboradores ao público em geral, com a promessa de um festival de música ultra-exclusivo numa ilha privada nas Bahamas, repleto de luxos e modelos de Instagram, iates e cabanas de sonho, facturando e prometendo pagamentos de milhões de dólares que, surpresa das surpresas, nunca aconteceram. O resultado foi um cancelamento inevitável no próprio dia, com milhares de pessoas desorientadas no local do suposto "acontecimento extraordinário", sem música, comida ou sequer um sítio habitável para dormir. Billy McFarland acabou condenado a meia dúzia de anos na prisão - enquanto aguardava julgamento na sua penthouse ainda tentou mais uns quantos esquemas com falsos bilhetes de centenas de dólares para os mais variados eventos de topo - e, o mais provável, analisando a história recente dos EUA, é acabar a concorrer à presidência do país daqui a vinte ou trinta anos. Tecnicamente, Chris Smith (responsável pelo maravilhoso "Jim & Andy") faz tudo bem: a edição revela-se imaculada, a história é contada de forma natural e progressiva e o ritmo nunca abranda. As intenções de quem o produziu, tendo em conta que foram também eles parte do problema original, bem... essa fica à interpretação de cada um. Vítimas ou aliados, eis um problema da justiça, não da Netflix.

quarta-feira, janeiro 23, 2019

Precious Judi Dench