sábado, junho 29, 2019

Maradona by Kapadia

sexta-feira, junho 28, 2019

quinta-feira, junho 27, 2019

João Gilberto (1931-2019)

quarta-feira, junho 26, 2019

Black Mirror (S5/2019)

"Black Mirror" perdeu o encanto que a diferenciava. Esta temporada de três episódios recupera um pouco a imagem após o desastre completo que foi "Bandersnatch", mas a verdade é que nem a meditação sexual que rompeu géneros e realidades de "Striking Vipers", colocando em causa conceitos de fidelidade, homossexualidade, amor e amizade, nem uma versão moderna de "Dog Day Afternoon" em "Smithereens", com uma situação em torno de um refém que fica pior e pior a cada minuto, mas que acaba num desfecho sem qualquer impacto ou imprevisibilidade, nem o final aventureiro em torno de um episódio meta carreira da Miley Cyrus com vários momentos divertidos mas não mais do que uma pinhata de ideias que nunca explode para além do que já tinha sido feito e imaginado no passado da série de Charlie Brooker, conseguem apagar a ideia de que "Black Mirror" esgotou-se na fonte e já não tem mais nada de novo para contar. Vítima do seu próprio sucesso, a nova temporada não sobrevive ao seu legado cultural e precisa urgentemente de um format; ctrl-alt-del não chega.

terça-feira, junho 25, 2019

The Problem Solving of Filmmaking

segunda-feira, junho 24, 2019

Trinta anos!

domingo, junho 23, 2019

McBride & Lord Jesus

sábado, junho 22, 2019

Painkiller (2011)

Um assalto a uma loja de conveniência torna-se numa confusão dos diabos quando o cliente ameaçado de morte pelo assaltante decide que aquela é a sua oportunidade de finalmente deixar este mundo, conseguindo dinheiro de seguros para a família que está em dificuldades. Tecnicamente irrepreensível - bem filmada e editada -, a curta-metragem de estreia de Mustapha Kseibati funciona bem sobre as diferentes camadas emocionais que envolvem cada reviravolta, espalhando-se apenas quando tenta ter piada através do comportamento do funcionário da loja, sem qualquer contexto no meio do intenso drama que se vivia. De resto, destaque para Franz Drameh ("Attack the Block") e Benedict Wong ("Doctor Strange"), bem como para a dinâmica interessante criada em tão pouco tempo.

sexta-feira, junho 21, 2019

Dead Calm 2

quinta-feira, junho 20, 2019

quarta-feira, junho 19, 2019

Pearl Harbor 2

terça-feira, junho 18, 2019

Shaft (2019)

Primeiro apareceu Richard Roundtree (1971), tornando o nome Shaft e a sua personagem numa referência obrigatória da cultura popular norte-americana. Seguiram-se duas sequelas nos anos seguintes, uma série de televisão sem grande impacto e só quase trinta anos mais tarde (2000) é que Shaft voltaria ao grande ecrã, desta vez na pele do inigualável Samuel L. Jackson, qual figura que assentava que nem uma luva no estilo irreverente do detective negro mais famoso de Hollywood. Agora, em 2019, a Netflix e Tim Story (erm... sim, o mesmo do "Fantastic Four") juntam à dupla avô/pai o jovem Jessie T. Usher, um Shaft moderno, que é como quem diz mais sensível, adepto das novas tecnologias, menos machista e cujo conceito de pancadaria tem como base dançar capoeira. Os três juntos num mesmo caso, numa homenagem divertida que resulta e entrega aquilo que promete: patetice, pussy jokes, tiroteios estilosos e vários sorrisos marotos provenientes de tanto swag. Hora e meia sem adormecer, o que nos dias que correm é uma maravilha.

segunda-feira, junho 17, 2019

Guillermo Mordillo (1932-2019)

domingo, junho 16, 2019

sábado, junho 15, 2019

De cortar à faca

sexta-feira, junho 14, 2019

State of the Union (S1/2019)

Comédia britânica de tom leve exibida originalmente na SundanceTV - e agora disponível na plataforma de streaming da HBO em Portugal -, "State of the Union" segue os encontros semanais de um casal à beira do divórcio, sempre dez minutos antes da sessão de terapia conjugal que visa resolver o trauma de uma infidelidade inesperada. Dez episódios de dez minutos, sempre a dois - o encantador Chris O'Dowd e a maravilhosa Rosamund Pike -, com diálogos rápidos, divertidos e inteligentes que nos dão uma visão muito realista - e cruel - do que custa manter um casamento. Química irrepreensível entre O'Dowd e Pike, numa temporada que um dia Florbela Espanca resumiu numa frase: ama-se quem se ama e não quem se quer amar. Pena que, a voltar, seja com personagens diferentes, segundo entrevista recente de Nick Hornby.

quinta-feira, junho 13, 2019

quarta-feira, junho 12, 2019

Max Wright (1943-2019)

terça-feira, junho 11, 2019

Bellucci & Ford

segunda-feira, junho 10, 2019

Captive State (2019)

Um conceito/universo teoricamente electrizante, esvaziado na prática com um segundo acto repleto de momentos mortos, personagens mal exploradas, reviravoltas fulcrais semi-desvendadas demasiado cedo e uma estética manhosa e sombria envolta em CGI que acabamos sem perceber se funcionou ou não. Quase relevante, quase interessante, quase original, quase que sobrevivia à sua ambição desmedida perante tão modesto orçamento.

domingo, junho 09, 2019

Especial Nalgas: A Pila de Varys

sábado, junho 08, 2019

Billy Drago (1949-2019)

sexta-feira, junho 07, 2019

Velhaco

quinta-feira, junho 06, 2019

Your Lucky Day (2010)

Um idoso acaba de descobrir que ganhou cento e cinquenta e seis milhões de dólares na lotaria numa loja de conveniência. Dois segundos depois, um jovem decide assaltá-lo. Começa a confusão a que se junta o incompetente dono da loja e um casal que por lá andava. Quem vai sair da loja vivo e com o prémio? Ideia porreira explorada rapidamente numa curta-metragem de quinze minutos num mix de tragédia moderna com humor negro. Os perigos da ganância numa série de acções bizarras de personagens que se julgavam correctas, num estilo de edição demasiado maniento, que se torna enfadonho no meio do caos, mas que acaba com uma reviravolta bem idealizada.

quarta-feira, junho 05, 2019

F*ck your f*cking family!

terça-feira, junho 04, 2019

National Geostrange

segunda-feira, junho 03, 2019

redruM

domingo, junho 02, 2019

Murder Mystery (2019)

Não só quem nos odeia ou nos inveja, nos limita e oprime; quem nos ama, não menos nos limita. Que os deuses me concedam que, despido de afectos, tenha a fria liberdade, dos píncaros sem nada. Quem quer pouco, tem tudo; quem quer nada, é livre. O Ricardo Reis era o heterónimo de Fernando Pessoa que hoje em dia teria tempo e vontade para estes produtozitos inofensivos da Netflix, excelentes para encerrar em casal um dia complicado de trabalho, escolas, actividades extra-curriculares, banhos e jantares. Uma comédia mal arranhada ao bom estilo desse demónio chamado Adam Sandler, que se começa a ver às onze da noite e acaba-se na pausa de almoço do dia seguinte. Porque nada, senão o instante, me conhece. Porque abdicar é ser Rei de ti mesmo. Porque só mesmo um heterónimo que domine as suas paixões pode admitir que se divertiu q.b. com isto. De volta ao Álvaro de Campos, siga.

sábado, junho 01, 2019

Um cherne faz de Durão Barroso

sexta-feira, maio 31, 2019

Porque este blogue um dia vai ser dela

Era uma vez um coelho muito comilão que morava numa toca.
Ele viu um esquilo que tropeçou numa pedra.
Uma velhinha apercebeu-se e foi levantá-lo.
Por fim, comeram todos uma avelã.

Mafalda Reis