domingo, outubro 31, 2021

Il Divin Codino (2021)

Roberto Baggio: as lesões, o budismo, o infame pontapé de penalty para a lua contra o Brasil em 1994 e a convocatória falhada para o Mundial de 2002. Uma vida e uma carreira notável resumida a quatro tópicos, quatro momentos-chave é verdade, mas ignorando tudo o resto. Sem qualquer conhecimento prévio, qualquer um pensará que Baggio apenas participou num único mundial - e não em três, sendo ainda hoje o melhor marcador italiano na competição -, que não ganhou título nenhum, que não passou pela Juventus, Inter ou Milan, que não se tornou um ícone no recém-promovido Brescia, clube que retirou inclusivamente a camisola dez em sua homenagem. Que não falhou a convocatória a um Europeu devido a problemas pessoais com Arrigo Sacchi e que não marcava livres como poucos o fizeram na história do futebol. Tanto por dizer, tanto por contar, ainda para mais sem recorrer a imagens de arquivo. Soube a pouco, muito pouco.

sábado, outubro 30, 2021

Bullock & Davis

sexta-feira, outubro 29, 2021

Doomsday (2008)

A Rhona Mitra é o Snake Plissken numa Escócia isolada dominada pelos gangs do "The Warriors", num panorama apocalíptico pós-pandemia do "28 Days Later", com uma sociedade caníbal fã de show cookings numa espécie de Thunderdome e de perseguições automóveis - toda a saga "Mad Max" resumida numa frase -, com tempo ainda para uma facção medieval sob o reinado do Malcolm McDowell, qual "Army of Darkness" inesperado a entrar pelo "Braveheart" adentro. "Siouxsie and the Banshees" aqui e ali, um bruto Bentley modernaço no meio do ferro velho, efeitos práticos maravilhosos - os de CGI nem por isso - e uma intriga política maior, centrada em Londres, que nunca convence. Como se precisasse. Faltou-lhe a mesma sujidade e arrojo dos elementos visuais na dinâmica narrativa entre (anti)heróis e vilões, mas eis mais um exercício quasiculto de Neil Marshall que perdurará na memória colectiva dos aficionados do género.

quinta-feira, outubro 28, 2021

Nas Nalgas do Mandarim - S08E16

quarta-feira, outubro 27, 2021

It Chapter Two (2019)

Que confusão narrativa, que desaproveitamento de talento - McAvoy e Chastain em duas personagens que pouco ou nada lhes exigem -, que desperdício de CGI e visuais estonteantes usados em prol de jumpscares tão patetas quanto desprovidos de tensão. Muschietti volta à realização, mas esquece-se que o sucesso do primeiro filme estava no coração das crianças e não nas mil e uma caretas e formas de Pennywise. Flashbacks cansativos, diálogos vazios e previsíveis, piadas quase sempre no timing errado, mortos-vivos sem qualquer ponta de lógica - até ajudam malta a fugir da prisão que depois vive a sua vida normalmente na terreola, sem uma única força policial à sua procura - e o vilão mais incompetente da história do cinema. Coitadinho, bastava ofendê-lo. Do céu ao inferno em dois capítulos ou como matar uma saga logo na primeira sequela.

terça-feira, outubro 26, 2021

The death of the DVD commentary

"And, perhaps best of all, there was the DVD commentary. This could be anything from a contractually obligated bore, in which the director occasionally offered bland comments as to what was happening on the screen, to fascinating and in-depth explanations of a filmmaker’s artistic choices and decisions. Sometimes, an articulate director or writer could even convince the viewer that they were watching a considerably better film than they were, so persuasive were their arguments. Or, on the other extreme, there could be a riotous party atmosphere, as on the commentaries of Edgar Wright and Simon Pegg, or Kevin Smith and his regular cast, in which the viewer at home could temporarily feel that they had been invited into a private gathering of famous friends and allowed to join in for a couple of hours." [The Critic]

segunda-feira, outubro 25, 2021

The 4th Man (1983)

Resposta irritada de Verhoeven aos críticos de cinema holandeses que o consideravam demasiado superficial, "The 4th Man" está repleto de simbolismos e referências bíblicas - algumas bem ofensivas, como aquela em que Gerard visita uma igreja e visualiza outra personagem crucificada no lugar de Jesus Cristo, começando a despi-lo -, muitas delas, confessou Verhoeven mais tarde, só para agradar e responder a essa faixa mais snob que o avaliava para além dos resultados felizes de bilheteira. Ainda assim, no meio desse tumulto entre realidade e imaginação, Verhoeven mostrou já aqui muitos dos traços que acabariam por se tornar na sua imagem de marca - a nudez, o sexo, a violência e o gore -, abrindo portas a Hollywood ao mesmo tempo que fracassava pela primeira vez nas bilheteiras nacionais. Final ambicioso, com interpretação ambígua, num filme que demora a arrancar mas que, quando mete pé a fundo, é um aperitivo delicioso para o que se viria a tornar o seu posterior "Instinto Fatal".

domingo, outubro 24, 2021

Good vibes Clooney

sábado, outubro 23, 2021

I predatori di Atlantide (1983)

Este "The Raiders of Atlatins" de Ruggero Deodato é de 1983, mas na cena inicial percebemos que estamos em 1994, na cidade de Miami. Uma aventura para lá dos limites do tempo com punks medievais descendentes da Atlântida em veículos Madmaxianos e ondas gigantes que não passam claramente de umas simples ondinhas na praia a dar cabo de miniaturas. Submarinos nucleares russos, a Atlântida a emergir dentro de uma cúpula, dois veteranos da guerra do Vietname, conversas pertinentes sobre a diferença entre a vodka polaca e a vodka russa, um vilão-mor com capacete de vidro transparente em forma de crânio - que até resulta porque o bicho é feio como o diabo - e estátuas da Atlântida com traços nazis que disparam lasers pelos olhos. Gloriosa confusão que ainda mete uma noviça, ora possuída, ora de volta ao normal num helicóptero sem qualquer explicação, para descobrir, surpreendentemente, no catálogo da Netflix.

sexta-feira, outubro 22, 2021

Dark(er) Batman

quinta-feira, outubro 21, 2021

The Guilty (2021)

O título é entregue e dedicado aos espectadores como eu: somos culpados por assistir mais depressa a um remake norte-americano da Netflix gravado em onze dias - com o realizador em isolamento covid numa carrinha repleta de ecrãs - de um filme dinamarquês estreado há três anos do que dar-nos ao trabalho de procurar o original. Ainda para mais, rezam as crónicas, copiado cena-a-cena. Streaming, o que andas tu a fazer ao mundo? Dito isto, Gyllenhaal consegue levar o filme às costas - como é costume -, usando a voz, a face e os olhos para transmitir um vasto leque de emoções e sentimentos com eficácia. Horinha e meia a voar e um twistzito meio previsível que ainda assim consegue aguentar o suspanse. Já agora: polícias assassinos a atender chamadas de 112 enquanto esperam pelo julgamento. Oi?

quarta-feira, outubro 20, 2021

Nas Nalgas do Mandarim - S08E15

terça-feira, outubro 19, 2021

Don't Breathe 2 (2021)

Se fosse um filme isolado e não uma sequela, este "Don't Breathe 2" teria agradado a gregos e a troianos quase ao mesmo nível do que o primeiro. Não haveria queixas no volte-face de identidade e de carácter da personagem principal nem dos mecanismos sádicos e ultra-violentos que se repetem aqui e ali - longa vida às marteladas nos crânios. Sejamos claros: era díficil conceber e imaginar uma sequela para o culto rápido que se criou em torno da fita de Fede Alvarez - aqui produtor e guionista, deixando a realização a cargo do seu bem conhecido compatriota Rodo Sayagues -, quanto mais para uma possível trilogia deixada em aberto na cena pós-créditos. Agarraram-se ao que era possível para continuarem a fazer uns trocos e não me queixo: não se nota a diferença a nível estilístico da mudança na cadeira da realização e este "Nem Respires 2" - aqui podem respirar à vontade que o Stephen Lang arranjou umas maneiras bem catitas de descobrir toda a gente, com especial destaque para aquela pequena onda de água - não desonra em nada o original a nível estético e criativo. Ritmo constante e, tirando a ideia parva de um coração de uma criança servir para substituir a de uma pessoa adulta, tudo bem coladinho com super cola. Pun intended. Próximo passo em Hollywood: meter-nos a torcer pelo "Jack, o Estripador".

segunda-feira, outubro 18, 2021

Unreal

domingo, outubro 17, 2021

Maze Runner: The Scorch Trials (2015)

Narrativa e conjunto de personagens aparentemente completamente distintos do livro que dá origem - para o bem e para o mal, dizem os fãs -, muito pouco tempo de Nathalie Emmanuel em tela - que saudades Missandei -, uma série de perseguições, fugas e cenas de acção que funcionam inesperadamente bem a nível visual e apocalíptico mas que, enquanto produto de escrita criativa, revelam pouquíssimo sumo nas suas intenções e resoluções. Final demasiado exposto e pronunciado para a tão necessária sequela - bling bling bling são os dólares aos saltos -, numa espécie de "The Walking Dead" meets "The Hunger Games" meets MTV. Diverte e entretém q.b., é verdade, mas esquece-se num ápice assim que os créditos finais terminam. Missandei, se for ao terceiro, é por ti.

sábado, outubro 16, 2021

Bay being Bay

sexta-feira, outubro 15, 2021

There’s Someone Inside Your House (2021)

Para começar, o título mais disparatado e aleatório do ano. Sim, está alguém dentro de casa na primeira cena do filme. E é isso. Mais um ripoff algures entre o "Scream" e o "I Know What You Did Last Summer", que deixa saudades de quando os assassinos em série não tinham qualquer motivo aparente para despachar umas almas que não serem inadaptados sociais com problemas de foro psicológico. Agora há uma razão para qualquer morte, por mais pateta que seja - uma das vítimas é escolhida por tomar comprimidos para a ansiedade às escondidas dos colegas -, o que tira tensão e simpatia por parte do espectador ao modo sobrevivência dos sacrificados. Pontos positivos para as máscaras personalizadas - que, na verdade, pelo custo das mesmas, acabam por se revelar a maior pista na descoberta do assassino - e para a Sydney Park; confesso que não resisto àqueles traços genéticos havaianos.

quinta-feira, outubro 14, 2021

Nas Nalgas do Mandarim - S08E14

quarta-feira, outubro 13, 2021

Mikey and Nicky (1976)

Uma noite e uma manhã na vida de dois gangsters amigos, sendo que um deles traiu a confiança do chefe e tem a cabeça a prémio. Uma relação trágica, de dinâmicas extremamente complicadas - por vezes até incompreensíveis -, onde Falk e Cassavetes roubam o palco com uma química insuperável. Uma reflexão sobre o conceito de amizade, envolta em paranóia, sem os tiques tradicionais do género de gangsters - não há aqui glamour no estilo de vida ou mortes a torto e direito - mas com muitas incongruências no comportamento das suas personagens, principalmente da personagem de Cassavetes. Entre os dois craques sente-se a tensão, a sujidade das ruas e o ultrarealismo de alguém que sente o fim próximo - destaque para as cenas no bar ou no autocarro -, mas com outras personagens, principalmente as femininas, tudo descamba numa misoginia violenta sem qualquer tipo de sentido narrativo. Ainda para mais com uma mulher na cadeira da realização, num filme que teve dois anos a ser editado - rezam as crónicas que haviam mais de duzentas e cinquenta horas de fita para cortar.

terça-feira, outubro 12, 2021

segunda-feira, outubro 11, 2021

Midnight Mass (S1/2021)

A forma como a fé, o sentimento de culpa, o luto e a nossa qualidade frágil enquanto mortais influenciam os nossos comportamentos. Tudo num universo e num contexto de terror maravilhosamente - uma vez mais - construído por Mike Flanagan, em sete episódios montados em torno de uma série de diálogos e verdadeiras dissertações sobre a natureza humana e o papel das religiões no modo como enfrentamos a mesma. Flanagan dá nova vida a uma série de actores que trabalharam consigo em "The Haunting of Hill House" e "The Haunting of Bly Manor", incluíndo a sua esposa Kate Siegel, sendo claro que sabe perfeitamente como aproveitar o melhor de cada um deles, por mais maquilhagem demasiado sintética e forçada que lhes enfie em cima. Bev, a crente, como a verdadeira vilã, cinematografia estonteante e uma palete de personagens que ganham identidade e motivações credíveis em tão pouco tempo. Não veio de nenhum livro; tudo obra e graça da Mike Flanagan, realizador, guionista, editor, génio.

domingo, outubro 10, 2021

António de Macedo

sábado, outubro 09, 2021

Diamonds Are Forever (1971)

A certa altura deste "Diamonds Are Forever" aparece um elefante super feliz por lhe sair o jackpot a jogar slot machines. Nem estou a brincar... e isto mesmo resume bem o desastre que aconteceu aqui. Sean Connery de volta, inchado e envelhecido, a matar o Blomfeld logo a abrir de forma pateta numa poça de lama. Assim do nada, seis filmes a criar um mega vilão para isto. Claro que tinha que ser tanga. Genérico fraquissímo, perseguição envolvendo rovers lunares, Bond com uma mini-gravata cor-de-rosa ridícula, mecanismos para alterar vozes, duas Bondettes especialistas em mortais, piruetas e apertões de pescoços com coxas, ritmo enfadonho, história atabalhoada, vilões atrasados mentais - só isso explicaria a ineficácia do plano envolvendo canalizações e obras -, Connery a falar com uma ratazana e a Plenty O'Toole, tão dotada que "caiu" cedo em desgraça. Ideia certa, "pussy" errada. Porque Tiffany Case, naquele que foi o único Bond monógamo até à era Craig, não teve subtileza nem encanto para tanta responsabilidade na resolução do enredo. Para a história, o erro mais famoso da saga: o Mustang vermelho entra num beco apertado sobre as duas rodas direitas e sai sobre as duas esquerdas. Já nem vou falar que acabadinho de sair da piscina após a luta com a Bambi e a Thumper, Bond mostra-se impecavelmente seco e arranjadinho. Fossem estes todos os seus pecados.

sexta-feira, outubro 08, 2021

Make Wes Craven Proud. Please.

quinta-feira, outubro 07, 2021

On Her Majesty's Secret Service (1969)

Sequencia inicial acaba com um "isto nunca aconteceu ao outro tipo", numa referência jocosa à substituição de Connery por Lazenby. Entre a Córsega, os Alpes Suiços e até Portugal, Diana Rigg ora é salva ora leva uma chapadona para aprender a não dizer mentiras. Bond pede a demissão dos serviços secretos de sua Majestade, mas a Moneypenny lá lhe salva o dia e acaba a levar um beijo na boca, o primeiro de sempre depois de anos de ameaças. Ainda assim, relembramos o que ficou para trás enquanto 007 arruma os caixotes - o biquini e a faca de Honey com música de fundo e tudo -, isto claro antes de partir para um retiro suspeito nas montanhas repleto de mulheres esculturais disfarçado de conde - com o lema "The World is Not Enough" no brasão. Seguem-se mulheres a engolir bananas inteiras ao jantar, batons debaixo das saias do conde, escapadinhas nocturnas, teleféricos, avalanches, perseguições de skis e trenós que aborrecem pela longa duração, edição de imagens em velocidade acelerada nas cenas de acção, descredibilizando as mesmas, e uma das minhas personagens secundárias favoritas de toda a saga: Draco, interpretado magistralmente pelo italiano Gabriele Ferzetti, um homem de negócios com humor e carisma para dar e vender - é impossível resistir à cena em que lidera as comunicações no helicóptero. E depois, o fim. O fim do primeiro "amo-te" de Bond, do seu primeiro casamento, do seu primeiro filme com final triste, curiosamente e paradoxalmente aquele que se viria a tornar o mais memorável de todos os finais. Lazenby? Estranhei e depois entranhei. Rigg? Afastem-na de qualquer casamento!

quarta-feira, outubro 06, 2021

Nas Nalgas do Mandarim - S08E13

terça-feira, outubro 05, 2021

You Only Live Twice (1967)

Bond a usar máscara cirúrgica meio século antes do Covid-19. Come pata à Pequim e morre; não pode. Genérico fraquinho e as duas regras fundamentais do seu novo amigo, Tiger Tanaka: nunca faças o que alguém pode fazer por ti e, no Japão, homens primeiro, mulheres depois. Orientais atraídas por pelo no peito, um Toyota 2000GT - para mim um dos mais bonitos carros de toda a saga - com ecrã Sony incorporado para videochamadas (ou não estivéssemos no Japão) e um helicóptero com um íman gigante para apanhar carros com vilões e largá-los no oceano. Plano espectacular de pancadaria no topo de um prédio filmado do ar, ninjas com pistolas e um girocóptero repleto de gadgets numa batalha aérea contra helicópteros. Coisinhas boas que perdem força com a transformação pateta de Bond em Bond-San - penteado para a frente qual menino Tonecas, sobrancelhas arranjadas, casamento com japonesa, postura corcunda e treino na escola de ninjas -, com a debilidade do capanga (vilão secundário), a inutilidade das Bond Girls e uma série de efeitos secundários demasiado desajeitados para entrarem no corte - com especial destaque para tudo o que envolve lava. Fica a primeira vez que o nº1 mostrou a cara e um poço de piranhas muito mal aproveitado, num filme feito à medida para os fãs mais hardcore do peculiar universo Bond.

segunda-feira, outubro 04, 2021

domingo, outubro 03, 2021

Le ballon rouge (1956)

Parábola urbana fenomenal sobre a amizade e a lealdade, a única curta até hoje a ganhar um óscar fora das categorias destinadas a curtas-metragens - o de melhor argumento original, mesmo não tendo quase diálogos nenhuns. As imagens e a forma harmoniosa e natural como os balões ganham vida própria falam por si mesmo, com as ruas de Paris e o filho do realizador Albert Lamorisse a unirem-se de forma simples mas irresistível através de uma realização/edição imaculada. Final mágico a mostrar que o amor vence sempre, por mais cruel que o mundo seja. O Buster Keaton e o Pete Docter gostaram de certeza absoluta.

sábado, outubro 02, 2021

007: How The Pre-Title Sequence Evolved

sexta-feira, outubro 01, 2021

Thunderball (1965)

Um Jetpack e o primeiro transvestido da saga logo no prólogo de abertura. Finalmente agentes SPECTRE com números pares e o verdadeiro conceito de "cadeira quente". Mulheres beijadas sem consentimento, chantagem emocional em troca de sexo, enfim, um canastrão de primeira que hoje em dia seria completamente arrasado e cancelado pela cultura popular. Dezenas e dezenas de planos longos, desinteressantes e silenciosos debaixo de água. Ritmo penoso, história atabalhoada ao sabor dos "just happens" e um trabalho absolutamente desastroso na sala de montagem - aquela velocidade estonteante de imagem na luta no Disco Volante é de um amadorismo atroz. Bond girls - Domino e Fiona Volpe - que não brilham a não ser nos biquinis, um agente norte-americano com o carisma de um barrote e uma piscina de tubarões. Não podia correr sempre bem.