terça-feira, julho 08, 2025

Jolt (2021)

A Kate Beckinsale com uma condição médica chamada "Transtorno Explosivo Intermitente", que é, chamemos-lhe, "despoletada" quando alguém faz algo que lhe irrite. Caramba, o prólogo e a narração inicial que lança estes dados é miserável, mas eu estou rendido à ideia. Sim, sou um daqueles que deixaria de bom grado esta Kate Beckinsale pré-plástico em excesso encher-me de porrada. De preferência, com pouca roupa. Mas se fosse preciso enervá-la, até era homem para vestir calças de ganga com havaianas. Bem, saindo dos meus sonhos, entrando nos dela, ri-me uma série de vezes com aqueles cenários imaginados na sua cabeça; ri-me com o 9 que cai da porta e transforma-se, entre sombras, em 69, como que a antever o que se seguiria. Como se tudo isto não bastasse, t-shirt sem soutien, e aquele frio que arrepia. Caraças, eu nem acredito que isto foi realizado por uma mulher. Quando larga o humor por volta da meia hora e foca-se mais na acção, perde quase todo o seu charme, a sua graça, mas ainda assim entretém, seja na maternidade com bebés a voar ou numa qualquer cave de tortura. E ainda temos direito a reviravolta inesperada bem perto do fim, que me apanhou de surpresa tão relaxado que eu estava. Guilty pleasure aqui em casa, digam o que disserem.

Sem comentários:

Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...