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segunda-feira, março 16, 2020

La Fin

domingo, maio 31, 2015

Esta é para comprar!

sábado, junho 28, 2014

Empire Portugal (2011-2014)

"Esta será a última Empire Portugal a chegar às bancas. Infelizmente, não foi possível resistir mais à erosão do mercado e do investimento comercial. A todos os nossos leitores e parceiros, o nosso profundo obrigado por todo o apoio e pelo carinho e respeito que sempre nos direcionaram, e acreditem que todos lamentamos esta triste notícia (...)"

Independentemente das escolhas editoriais da Empire Portugal - quem compra a edição inglesa como eu, não ganhava muito em apostar também na nacional - , não deixa de ser uma notícia triste. Depois da rambóia das quatro revistas físicas dedicadas ao cinema num mesmo quiosque (Empire, Total Film, Premiere e Magazine HD), voltamos a nova travessia no deserto. Por quanto tempo? Cheira-me que pouco. Para não variar, os tubarões do costume vão arranjar maneira de deixar a "metrópole" e passar umas férias na terrinha. E, verdade seja dita, mais vale mal acompanhado do que só.

domingo, setembro 09, 2012

terça-feira, junho 05, 2012

domingo, janeiro 08, 2012

Ironias da vida em banca


A Premiere é abandonada - mais uma vez - quando estava na sua melhor fase editorial dos últimos cinco ou seis anos. Quando estava novamente orientada para os leitores e não para os jantares de conselhos editoriais. Acabou-se o ano de excepção. 2012 começa, como sempre estivemos tristemente habituados, com uma única revista de cinema nas bancas. Previsível sim, mas um verdadeiro desalento para quem sempre foi dos poucos que acreditou que havia lugar para mais. A questão agora, dita a tradição, é: para quando o regresso, Premiere?

segunda-feira, outubro 17, 2011

E vão duas...


"A direcção da revista informa a todos que a Total Film Portugal se encontra suspensa. Há imensos problemas por resolver e a própria continuidade da revista está em causa. Agradecemos todo o interesse manifestado nas últimas semanas e assim que houver alguma novidade de carácter definitivo, avisaremos os nossos colaboradores e leitores."

Depois da MagazineHD, eis que a Total Film Portugal parece também estar a dar as últimas. Tenho muita pena, já que fui um dos poucos que acreditei que era possível manter quatro revistas de cinema nas bancas nacionais por vários anos. E a verdade é que de quatro, (sobre)vivem agora apenas duas. E o problema é que ninguém sabe se virão melhores ou piores tempos de agora em diante.

quinta-feira, outubro 06, 2011

Adieu 35

terça-feira, abril 26, 2011

O mestre às voltas no caixão


A profecia realizou-se, tal como era fácil de prever. Dada a concorrência recente da Total Film e da Empire, a até agora moribunda Premiere renovou-se, reactivou secções pedidas há mais de um ano pelos seus leitores e mostra uma aparente nova atitude para com o seu público. O esforço é de louvar... pode ser é tarde demais. No one to blame but themselves.

sexta-feira, abril 22, 2011

Começar com o pé esquerdo


Keys(z)er Soze's Place? A sério? Não há criatividade logo no arranque para imaginar um título minimamente original para uma rubrica? Não acredito em coincidências. Mas acredito em mau gosto. Principalmente quando não é novidade.

sexta-feira, abril 08, 2011

Uma.... Duas. Três! Quatro!?! Cinco???


Quatro revistas de cinema num quiosque perto de si. Algo impensável há poucos meses atrás neste nosso pequeno Portugal, uma realidade agradável de concorrência saudável hoje em dia. O que é desconcertante? Receber um convite para participar numa quinta revista, outra "adaptação internacional", numa postura de que, tal como defendia Shakespeare, "as águas correm mansamente onde o leito é mais profundo". Recomendados dois outros bloggers, a proposta de colaboração foi gentilmente recusada, obviamente, devido à minha forte ligação sentimental e editorial à Take. Tem esta última ainda espaço e objectivo de existir num mercado tão rico e fértil, quando nasceu exactamente para combater o oposto? Não sei. O futuro o dirá.

quinta-feira, março 17, 2011

Total Film também terá versão portuguesa

“Não é mais uma revista de cinema. É a revista de cinema.” É desta forma que Luís Mesquitela Lima dá conta do nascimento previsto para 1 de Abril da Total Film, licenciamento da Future trazido para o mercado português pela recém-criada editora Edimovie. Luís Mesquitela Lima, durante mais de três anos à frente da direcção comercial da revista Premiere (editada pela Multipublicações), é um dos três sócios da nova empresa (acumulando com a direcção comercial), do qual também faz parte Mário Oliveira (ex-Singer) e um terceiro, que preferiu não revelar. Cada sócio detém partes igualitárias no projecto. O acordo com a Future é de três anos.

À Multipublicações, a nova editora foi buscar o chefe de redacção da Premiere, Francisco Toscano da Silva, que assume a direcção da revista mensal. Nuno Antunes é o chefe de redacção que terá, explica o sócio da editora, ”cinco colaboradores externos, bem como um conjunto de “colunistas residentes”. O realizador António Pedro Vasconcelos e o actor Miguel Monteiro (que até recentemente foi director da Première) são os dois nomes avançados nesta fase por Luís Mesquitela Lima. A revista terá ainda mensalmente um colunista convidado “do mercado” (DVD e distribuição), assim como uma personalidade fora deste universo que irá dar conta d’os Filmes da Minha Vida. Na primeira edição, revela o responsável, é assinada por Pedro Passos Coelho. A direcção de arte é de João Artur Peral, profissional que assumiu recentemente o cargo de director criativo na Brandscape.

A chegada da nova revista de cinema surge no mesmo mês em que a Goody já anunciou ir lançar no mercado a Empire, tal como noticiou o M&P. Luís Mesquitela Lima não se mostra receoso, dizendo acreditar que em Portugal “há 20 a 25 mil pessoas que estão dispostas a pagar por uma boa revista de cinema”, referindo como mais-valia a aposta na comunicação do lançamento da revista. “Ao que sei nada está a ser preparado com esta dimensão” [nos concorrentes], assegura. Expresso, Visão, Sábado, Correio da Manhã, Record, Jornal de Notícias, Diário de Notícias e Diário Económico, bem como montras e salas de cinema são os meios em que a campanha de comunicação (criada internamente) estarão presentes. A agência de comunicação Ipsis também irá assegurar a comunicação do lançamento. O projecto, incluindo comunicação, envolveu um investimento total, a preços de tabela, de “praticamente” 350 mil euros.

A Total Film terá uma tiragem de 20 mil exemplares, 132 páginas e um preço de capa de 2,95 euros. A impressão é da Sogapal e a distribuição é da Vasp. Nos planos da editora não está o lançamento de novos títulos. “Esta é uma editora de um título só”, frisa.

Não há fome que não dê em fartura. Da fartura resulta a concorrência, que, por sua vez, costuma gerar competência e vontade de ser a melhor alternativa. Vamos lá ver no que isto vai dar e por quanto tempo vai durar. Premiere - que agora vai ter que inovar e finalmente perceber que andou demasiado tempo a navegar com as marés -, Magazine HD, Empire e Total Film nas bancas, depois de anos de miséria, é a concretização dos desejos consumistas de inúmeros cinéfilos portugueses como eu que, mesmo assim, continuarão a comprar as edições inglesas das históricas revistas de cinema que agora chegam ao nosso país. Um simples pedido: haja qualidade, criatividade e originalidade. De páginas para encher chouriços estamos nós fartos.

quinta-feira, março 03, 2011

Empire chega a Portugal pela Goody


A Goody vai lançar em Abril uma edição portuguesa da Empire. A revista de cinema abre um novo segmento na oferta da editora que publica as revistas T3, B-Gamer, Playstation Revista Oficial, entre outras. “Consideramos que existe uma necessidade não coberta pelas actuais publicações e porque a Empire é uma revista única, excepcional e que, por essa razão, está de acordo com o perfil dos projectos que lançamos no mercado nacional”, justifica ao M&P Fernando Vasconcelos, assessor da administração.

Sara Afonso é directora da revista mensal liderando uma equipa de três pessoas a full time, não havendo previsões quanto ao número de colaboradores. “Não temos a pretensão de fazer uma revista melhor do que a melhor revista do mundo. Como tal mais relevante do que a percentagem do conteúdo nacional é saber até que ponto este conteúdo vai tornar a revista adequada ao mercado português”, afirma Fernando Vasconcelos. O título, que tem origem no Reino Unido, foi licenciado à Bauer Media e dirige-se a um público maioritariamente classe A, B e C1, interessado em lazer, entretenimento e tecnologia. O título tem uma tiragem de 30 mil exemplares e um preço de capa previsto de 3,95 euros.

A Première, título editado pela Multipublicações, é o único dedicado exclusivamente à temática de cinema editado no mercado português. A revista fechou o ano com uma média de circulação paga de 8.815 exemplares. Questionado sobre expectativas de venda em banca, Fernando Vasconcelos comenta: “A Empire é a revista de cinema mais lida em todo o mundo. É uma revista impar e como tal os seus objectivos só podem ser de liderar as vendas no segmento. Temos expectativas de vendas entre 12 mil a 15 mil exemplares por mês.” [Fonte]

Quem se lembra deste meu post? Seja bem-vinda. Se tiver metade da energia, criatividade e qualidade de conteúdos da original, será de longe a melhor revista de cinema em Portugal. Espero que tenha aprendido com os erros crassos das restantes e explore ao máximo as possibilidades infinitas que a chancela "Empire" lhe dará na abordagem a possíveis entrevistados.

sexta-feira, fevereiro 11, 2011

quinta-feira, fevereiro 03, 2011

Magazine.HD 8

terça-feira, dezembro 07, 2010

Magazine.HD 7

terça-feira, novembro 09, 2010

Magazine.HD 6 nas bancas

terça-feira, setembro 14, 2010

Dúvida semestral


Miguel Monteiro, poucos meses depois de substituir José Vieira Mendes na Direcção Editorial da Premiere e orquestrar uma significante revolução de conteúdos e de estilo na revista - com aspectos positivos e negativos vários -, está de saída. Quem o substituirá? Ou melhor, a pergunta que se coloca deve ser outra: quem o substituirá terá a inteligência e a preocupação de ligar minimamente aos leitores da revista e responder às suas necessidades e caprichos? Como diria o mestre, neste momento lá está ele a dar voltas no caixão.

sábado, setembro 04, 2010

Magazine.HD 4 já nas bancas


ou

segunda-feira, julho 05, 2010

Dá Deus nozes...

A crítica fecunda é mais útil e importante do que a admiração silenciosa. Há quem não perceba não só isto, como o facto que o preço da fidelidade é a eterna vigilância e que uma estratégia de desprezo às sugestões de quem realmente interessa - os leitores - acabará por prejudicar mais a revista do que o público em si. Por uma alternativa de qualidade, num mercado tão pobre como o nosso, esperemos que não.