
O cardioginecologista pediátrico mais famoso do planeta - o único, na verdade - está de volta. Relação séria de três meses com uma trintona - que até está interessada em incluir uma amiga num ménage com o Dr. Roberts - e uns flashbacks a explicar como é que este patife foi considerado inocente pelos tribunais e saiu da prisão. Melhor, como recuperou a sua credibilidade e agora é um professor universitário conceituado. Ilusões e fantasias de volta - turma inteira de universitárias a despirem-se, que mimo -, amigo imaginário bom e relaxado - ele mesmo - sempre a beber margaritas, um momento musical à La La Land absolutamente DELICIOSO e um plano de vingança da pobre vítima do primeiro filme. Mais ousado nas reviravoltas narrativas, menos creepy que os anteriores. E, estranhamente, por isso mesmo, menos interessante e empolgante. Talvez quem precise de aconselhamento psiquiátrico sou eu.
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