
Caso para dizer que a montanha pariu um rato. Percebe-se a ideia, percebe-se o conceito, percebe-se a crítica escondida aos dias que correm, aos gurus tecnológicos que tudo (des)controlam. Mas fica assim mesmo, escondido, sem chama, sem brilho, sem nunca explodir para o absurdo total, para a sátira sem vergonha, para os diálogos sensacionais - e não apenas sensacionalistas. Os complexos divinos, as caricaturas, tudo, tudo ao de leve, sem nunca aprofundar, sem nunca fazer rir ou, no extremo oposto, causar qualquer tipo de indignação. Tão relevante e divertido como uma palestra do Elon Musk sobre redes sociais.
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