
Quase tudo o que envolve directamente a personagem do Mads Mikkelsen convence de forma sóbria - até aquelas mãos de Thanos a controlar um tiroteio num armazém; o plot em torno da órfã da Vanessa Hudgens é meio forçado e óbvio na reviravolta, mas não estraga nada por ai além; já tudo o que mete o arqui-vilão gordo, careca e pateta do Matt Lucas e a sua "crew" é de uma banalidade atroz, trabalhada de forma narrativa e visual para ser o mais ridícula e palerma possível. Não é Polar, é bipolar nesta abordagem, nesta mistura de tons, do preto escuro com o arco-íris. Oportunidade perdida.
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