
Dizem-me que a Kathy Bates do "
Misery" foi apanhada a gritar "Faz-me um filho" para este Hugh Grant psicótico absolutamente irrepreensível. Uma hora de thriller competente, com raízes e provocações teológicas muito interessantes, esvaziadas numa resolução demasiado audaz e extrema para ser levada a sério. O cativante jogo do gato e do rato entra num labirinto demasiado complexo, perdendo a magia tantas vezes eficaz do KISS: keep it simple, stupid!
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