sábado, fevereiro 12, 2011

Take 26 - Fevereiro de 2011


OS BRAVOS DO PELOTÃO

A Take está de parabéns. O dia 8 de Fevereiro de 2011 assinalou o terceiro aniversário do lançamento do nosso primeiro número, a Take 0. Mas mais do que isso, este dia marca também o esperado regresso desta alternativa cultural digital à estabilidade e ao formato mensal e regular que marcou os nossos dois primeiros anos de vida. Há exactamente um ano, neste mesmo espaço, afirmava que não sabia se iríamos aguentar muito mais tempo com o mesmo ritmo, conciliando as responsabilidades profissionais e familiares de toda uma equipa com as exigências de qualidade e originalidade de conteúdos da Take. A triste profecia cumpriu-se – conseguimos apenas lançar quatro edições nestes últimos doze meses -, mas acreditamos que temos todas as condições reunidas para voltar para mais uma série contínua de sucessos.

Queremos manter a nossa política única: entrevistar figuras cinematográficas e televisivas que nunca tiveram espaço em meios nacionais, escrever sobre o que queremos e não sobre aquilo a que as pressões comerciais obrigam, criar e nunca traduzir, originar e nunca comprar. Porque é esta exclusividade de conteúdos que nos tornou únicos, respeitados por milhares de cinéfilos que fazem da nossa revista uma das presenças mais fortes dos media portugueses nas redes sociais. Por essa mesma razão, passamos de agora em diante a dar espaço merecido na revista à actividade dos nossos seguidores. Descubram o Takebook daqui a algumas páginas.

Numa edição em que o destaque final deste editorial poderia ser dado àquele que muitos consideram ser o pior realizador do mundo, Uwe Boll, e que nas próximas páginas falará de tudo – até do Benfica – sem papas na língua, ou à bela e prodigiosa Natalie Portman, a verdade é que aproveitarei estas últimas linhas para agradecer, uma vez mais, a dedicação e disponibilidade de uma equipa fantástica, que do nada faz tudo, que sem receber um tostão em troca oferece-nos milhares de caracteres. A estes guerreiros da cultura, a minha vénia.

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http://www.facebook.com/take.com.pt

1 comentário:

Ricardo Vieira disse...

Boa entrevista, sim senhor. A última resposta do Boll acerca dos filmes no videoclube partiu-me todo.

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