segunda-feira, fevereiro 22, 2016

Deadpool (2016)

Mochilas da Hello Kitty, one-liners hilariantes a rodos, meta piadas pop-cinéfilas actuais (dos Taken de Liam Neeson à saga X-Men) e Stan Lee como DJ num bar de strip; "Deadpool" arrisca desafiar quase todas as convenções de um género cada vez mais gasto e repetitivo, quase sempre refém do poderio dos efeitos especiais para triunfar, e oferece ao mundo, sem regras estruturais nem tabus, o blockbuster mais divertido e descomplexado que o género - o dedicado a super-heróis, entenda-se - alguma vez viu. Um mutante de origens canadianas que o estreante Tim Miller soube explorar de forma sublime, permitindo a Ryan Reynolds penitenciar-se do malfadado Green Lantern. Venha a sequela com o Cable, tal como a curta cena pós-créditos promete. E com mais Baccarin - em trajes menores, de preferência!

3 comentários:

Unknown disse...

"(...) permitindo a Ryan Reynolds penitenciar-se do malfadado Green Lantern." e do "outro" Wade Wilson apresentado em "X-Men Origins: Wolverine"

João Bastos disse...

Um filme tão bom... que o que queremos realmente ver num filme de acção é Ryan Reynolds a falar... Mais do que as cenas de acção, que são óptimas, eu quero é ver o fala-barato a ser isso mesmo, um fala-barato.

http://revoltadapipoca2.blogspot.pt/2016/02/deadpool-2016.html

Carlos M. Reis disse...

Unknown, verdade.

João, venham as sequelas do fala-barato ;)

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