

Baseado numa história verídica sobre a qualificação de quatro jamaicanos que abandonam os trópicos e entram nas gélidas Olimpíadas de Inverno para participar nas corridas de Bobsled, "Cool Runnings" é o típico filme da Disney que enche corações e almas através da realização de sonhos impossíveis. Com a participação do mítico John Candy - viria a falecer um ano depois, com um ataque cardíaco - e a realização de Jon Turteltaub, o mesmo de "While You Were Sleeping" e do mais recente "National Treasure", "Jamaica Abaixo de Zero" é divertido, sentimental mas também... uma espécie de farsa. Isto porque Turteltaub e a Disney alteram o que realmente aconteceu a favor da compaixão imediata da audiência. Impostura que falsifica o drama mas adiciona eficácia e humor a rodos. Em suma, um filme familiar desportivo sobre a importância do trabalho de equipa e que deixa provado que não é preciso ganhar para ser um vencedor.
"Club Dread" possui um estranho sentido de humor, facilmente explicado pelo nome Jay Chandrasekhar, o mesmo que nos trouxe o hilariante "Super Troopers". Mas se antes a corda tinha esticado o suficiente para aguentar com a densidade existencial e dorsal da trama, desta vez a corda rebentou cedo. Situando o leitor, "Club Dread - Morre a Rir, Meu" traz-nos umas férias de grupo numa estância de férias ensopada em álcool, onde a alegria e a diversão sofrem uma reviravolta mortal - deixando os inaptos trabalhadores da ilha, a braços com um maníaco armado com um facalhão, enquanto tentam sobreviver mais um dia no paraíso. Apesar de estupidamente estúpido - invés de estupidamente divertido, como "Super Troopers" -, um mérito tem que ser indubitavelmente reconhecido a "Club Dread": mantém o suspanse sobre quem é o serial-killer da fita até ao final. Pena é que depois de descoberto, a explicação para tanta morte seja tão pobrezinha e insonsa. A visionar apenas pelo mais fanáticos de Chandrasekhar.













































