terça-feira, novembro 03, 2015
segunda-feira, novembro 02, 2015
TCN 2015: Nomeados Artigo de Televisão
"“A única coisa pior do que ser falado é não ser falado”, já dizia Oscar Wilde. E o TVSéries, canal de cabo nacional que sendo pago nem sempre recebe a mesma atenção de outros (como uma FOX, por exemplo), teve, nas últimas semanas, talvez um dos seus maiores momentos em termos de mediatismo. Tudo devido a uma campanha de marketing que, eventualmente não querendo ser confusa, acabou por o ser."
"É estranho pensar que é justamente com este tom de “inacabado” de “decisões para se tomar” que Looking se despedirá de seu público, ainda que um especial tenha sido prometido para concluir as histórias de Patrick, Don e Agustin. Há claramente um fôlego final para a história, embora acredite que um especial não será suficiente para terminamos aquilo que começamos a acompanhar: o crescimento daquelas pessoas, principalmente de Patrick."
"Agora questiono-me: como é que esta cultura (a juventude hiper-sensível à mais diminuta informação relacionada com o que estão a ver) vai influenciar a futura produção nacional? Ou daqui a uns anos vai tudo regredir do tipo de conteúdo que consome, e aninhar com alento no sofá, resignado?"
"Começa agora uma nova era, quer para Stewart, quer para o seu antigo programa. Com apenas 52 anos, não acredito que o apresentador se vá retirar para sempre das luzes da ribalta. Ele é demasiado apaixonado e interventivo para deixar de vociferar a sua convicta opinião. O mundo ficará a aguardar no seu regresso, seja no cinema, na televisão, na internet, na impressa ou até na política. Até lá, vou sentir muita falta do pequeno judeu, das suas piadas sobre Trump e da paixão com que sempre defendeu as suas causas, mesmo atacando Israel."
TCN 2015: Nomeados Crítica de Cinema
"A arena é um círculo imperfeito. A arena é um campo de batalha com memórias cravadas na pedra e acordes reminiscentes dos “verdes anos”. A arena é sangue, suor, tinta e urina. Há filmes que tentam ser metáforas e perdem o movimento. Muitos filmes movem-se com tanta rapidez que esquecem as metáforas. Arena, a multipremiada curta-metragem de João Salaviza, é uma metáfora em constante movimento."
"Entre o teatro e a realidade, a comédia negra e o drama, o cinema e a crítica, "Birdman" permite a Alejandro González Iñárritu exibir que o maior e mais imprevisível dos palcos é o da vida, criando uma obra cinematográfica marcada por grande brilhantismo, onde os actores e as actrizes deslumbram sob a sua batuta."
"Foram 30 anos a refinar um filme, a rejeitar ideias más, mandar folhas amarrotadas para o lixo, polir conceitos, dar vida a personagens, a desenhar veículos e criaturas horrendas. Tempo houve para delinear a estratégia. E o detalhe do mundo de Max é rico em texturas e sons. Imagens de relance servem para explicar conceitos que verbalmente poderiam demorar uma eternidade."
"Furioso, MOMMY é um tornado de emoções à flor da pele, mas um mestre absoluto na sua gestão – nunca se torna cansativo, porque a energia do seu caos organizado é absolutamente revigorante. O ritmo é implacável, brilhando ao nível de uma realidade de emoção, frustração e desejo aumentados. É uma viagem na montanha-russa sem paragens, selvagem, louca, e completamente embebida na pop que marcou o crescimento das gerações de 80 e 90."
"De uma forma brilhante - o contexto actual ajuda a passar a mensagem de uma forma ainda mais firme do que talvez Stewart idealizou - e com a força de um argumento poderoso, sai realçada a ideia de que a inteligência, a educação e, acima de tudo, o sentido de humor são o melhor que temos para nos defender e para proporcionar a quem nos rodeia. Quando a tirania assume a sua estupidez através de actos e palavras, fica assente, sob a luz da liberdade, que a ignorância é o motivo para a humanidade ainda não ser verdadeiramente humanista."
"A sua Alice é indescritível, única, completa. Um ser humano com uma vitalidade e uma clareza que só uma actriz de imenso gabarito a poderia envolver de tanto amor, tanto afecto, tanta coragem, tanta solidão. A sua Alice tem uma vida cheia - e nós só a conhecemos já ela está a terminar. Um espírito imenso, inquebrável pelo declínio irreversível e fulminante provocado por esta terrível doença.”"
"E quando metade de “The Theatre Bizarre” já desfilou pelo ecrã com muita pompa mas pouco conteúdo, por fim a bofetada. “The Accident” quase poderia ser apelidado de bizarro por ser tão comedido no que mostra na tela e pela delicadeza no tratamento do tema. Uma premissa simples, sem overacting que passa a mensagem na perfeição."
"É um produto coeso que resistirá aos tempos e acredito que se faça culto. Só espero que não se transforme num género cinematográfico e em breve nos atirem duas vezes por mês mockumentaries com lobisomens, zombies, magos, robots maléficos, bruxas más, gnomos, madrastas extraterrestres ou padeiros cuja dupla vida os leva a performances travesti em bares de alterne de Atlantis."
TCN 2015: Nomeados Ranking/Top
"Não caiam no erro, cinema erótico não é o equivalente a pornografia, mas sim uma arte que acima de tudo se deixa deslumbrar pela luxúria, pela sensualidade dos corpos e a aura tentadora que emerge. Uma antiga relação amorosa que remonta-nos aos primórdios do cinema, mais concretamente com os testes de footage de Eadweard Muybridge (1884 - 1887), a partir daí o cinema ficou fascinado com a versatilidade e a beleza dos corpos humanos, da sua delicadeza até à sua robustez, tentando combater as eventuais censuras em prol desse adultério para com os bons valores."
"É oficialmente tempo de sol, surf, protetor, gelados, noites quentes e… filmes de verão. Deixam-se aqui de parte os blockbusters que têm vindo a marcar a estação nos últimos anos para nos focarmos antes naquele género muito específico de cinema criado estabelecer o mood dos três meses mais quentes do ano, seja a recordar aquele verão inesquecível da adolescência ou a reviver a paixão assolapada que mudou tudo."
"No sempre peculiar e excêntrico mundo da ficção-científica, pode até ser que nunca tenham ouvido falar deste sub-género dentro dos sub-géneros, mas há mais fanáticos do que possa parecer dentro deste entranhável nicho de mercado do cinema mais descarado dos anos oitenta. A prova está nas cópias de bandas sonoras de alguns dos títulos aqui títulos listados que têm um preço no E-Bay que à primeira vista pode parecer um erro. Estes e outros detalhes outorgam hoje em dia um status de culto a muitos filmes desta vertente do cinema."
"De março de 1960 a julho de 1969. São raras as séries que conseguem retratar tamanho crescimento das personagens no decorrer de uma década. Os saltos temporais, sempre orquestrados subtilmente, acrescentam também eles inúmeras mudanças no mundo que os rodeia. Resta esperar que nos últimos sete episódios sejamos transportados para a década de 70. Rever a série na íntegra possibilita-me um novo olhar, este vindo do “futuro”. Em plena consciência do que os anos trariam às nossas personagens, é com um olhar de análise que revejo as atitudes das mesmas ainda no período embrionário da série."
"O terror é muito provavelmente um dos géneros onde é mais importante assegurar que a música e o som são irrepreensíveis. Se existir um desfasamento entre a selecção musical e os acontecimentos que se desenrolam no écrã, o efeito de assustar não sortirá efeito. Injustiçado, nas nomeações para prémios de cinema multigénero, ridicularizado e até inferiorizado pelos pares, é nos aspectos técnicos que as “academias” e júris por esse mundo fora são mais generosos com o género, atribuindo-lhe normalmente os prémios de consolação que lhe escapam nas categorias principais."
"Os Mundiais de Futebol são de 4 em 4 anos, mas os "Prémios Whatever" são bi-sexanuais ou como raio se diz de 2 em 2 anos. Portanto (por obrigação contratual) com grande alegria a equipa CINE31 anuncia os vencedores dos "Prémios Whatever 2015" ("Whatever Awards 2015")."
"Quando me foi proposto fazer um ranking dos episódios percebi desde logo que a fazer teria de ser em grande, principalmente à medida que ia revendo a primeira temporada e ia acrescentando mais e mais dados. No final achei que deveria dedicar um post aos números, estatísticas e curiosidades. Em jeito de despedida, queria agradecer a quem acompanhou a rubrica durante esta semana intensa, daquela que é a minha série favorita de sempre. Deu mesmo muito trabalho, mas deu também muita satisfação em esmiuçar (e rever, mais uma vez) os episódios."
"Muitas vezes contrastados com a expressão de autores contemporâneos, realizadores reconhecidos no seu meio demonstram o seu "estilo", a sua visão pessoal a um género particular. Mesmo que para isso saltem de género para género. Cada um dos realizadores apresentados criaram uma consistente obra global com inúmeros clássicos a definirem o cinema tal como o conhecemos hoje. Cada um deles tem um cunho pessoal através dos filmes, géneros e décadas."
domingo, novembro 01, 2015
TCN 2015: Nomeados Artigo de Cinema
"Perdeu-se uma determinada ideia de cinema, o cinema enquanto templo. Os hábitos culturais mudaram na sociedade, perdeu-se o espírito de cinéfilia, em que as pessoas iam ver o último Truffaut, Godard, Cantinflas, Chaplin ou Leone e Ford. A militância cinematográfica desapareceu. Deixou de ser importante vermos filmes numa sala escura, acompanhados pela família, amigos e/ou desconhecidos. Hoje, vemos cinema isolados, sozinhos, em casa. Ou seja, a experiência do cinema mudou radicalmente, a relação das pessoas com o cinema mudou. Precisamente, essa experiência perdeu-se, ou está a perder-se."
"Todavia, não é segredo para ninguém que a indústria cinematográfica continua a ser profundamente sexista, intoxicada por disparidades escandalosas que vão desde o tratamento das personagens à própria dinâmica económica e financeira da indústria. Mergulhemos nos factos: dos dez atores mais bem pagos em 2014 apenas duas são mulheres – Sandra Bullock (51 milhões de dólares) e Jennifer Lawrence (34 milhões de dólares)."
"Todos nós temos (seja qual for o nosso conhecimento do tema) a noção de que na Escandinávia nasceu uma cinematografia que iria influenciar o cinema mundial. Se hoje o nome de Ignmar Bergman é sinónimo de um monstro sagrado, foi antes dele, no período mudo, que surgiram os primeiros filmes dignos de nota, e a primeira escola europeia de renome internacional. Realizadores como Stiller, Sjöström, Christensen e Dreyer ficariam como marcos de um cinema diferente, de temas ousados, uso da paisagem de forma inovadora, técnicas de filmar diferentes, e um apurado uso da luz, que serviria de referência ao cinema que se seguiria."
"Até onde vai a tua vontade de ver um filme numa viagem de avião? Se for longa, sim se faz favor. Os quantos conseguirem e enquanto a cabeça aguentar, certo? Ora poderá não ser uma ideia assim tão apelativa. Parece mas não é. O Brain avisa, o Brain é amigo. Acredita. E porquê? Porque duas palavras: Versão alterada. Certos filmes vêm com a seguinte mensagem "...edited for contents" e isso limita profundamente o modo de assistir certos filmes. Querem ser politicamente correctos ao exibir filmes para toda a família nos seus aviões. A linguagem é alterada, há cenas cortadas cirurgicamente e ficas a coçar a cabeça por notar que aquele tal plano vos parece esquisito. Logo, nada de fucks, esmagamento de crânios e maminhas tapadas com um crop pelo pescoço."
"Falam a mesma língua, são vizinhos e, muitas vezes, até partilham cenários, actores e equipas técnicas. Torna-se difícil distingui-los, à primeira vista. Contudo, uns são material blockbuster e outros desvanecem-se, facilmente, no panorama global cinematográfico. À sombra da poderosa indústria norte-americana, o cinema canadiano luta por fazer a diferença, enquanto procura a sua identidade própria. Conseguirá um dia libertar-se do estigma de ‘irmão mais novo’ de Hollywood?"
"Fomentado pelo boom das redes sociais, o tópico da prevalência da mulher na Sociedade ganha todos os dias dezenas de novos adendos que visam assinalar o quão longe ainda estamos de alcançar um ambiente onde homens e mulheres possam viver em igualdade. Os diferentes ramos de cultura popular – principalmente a TV, o Cinema e os videojogos – são um dos domínios de caça predilectos para activistas do novo mundo focarem a sua atenção em busca do próximo alvo a abater e todos os dias a lista cresce."
"Quem gosta do cinema até ao seu âmago cedo percebe que nem todas as pessoas servem como co-piloto em navegação cinéfila. Não há problema, bons amigos não precisam de partilhar hobbies. Com o tempo aprendemos a equilibrar a nossa paixão. Guardamos alguns filmes mais mainstream para ver com os amigos, gostamos ou fingimos gostar para não levantar problemas ou achincalhamos gratuitamente além do limite do razoável. Tudo isto é a vida, tudo isto é saudável e a saúde social da nossa existência assim o exige."
"Francis Ford Coppola tem, com subtil regularidade, tentado oferecer significado à narrativa cinemática através da exploração da passagem do tempo como é compreendida em diferentes momentos da vida, para além de adaptar o seu estilo visual para encontrar o tom correto de cada história. Os seus filmes são regularmente sínteses de preocupações relacionadas com a idade."
TCN 2015: Nomeados Crítica de Televisão
"No decorrer de uma única hora televisiva somos transportados para uma visão especulativa que tão bem problematiza o indivíduo nos meandros de uma sociedade cada vez mais dominada pela tecnologia. Depois de três magníficos episódios era com algum receio que aguardava um novo encontro com a veia criativa de Charlie Brooker. A temática, que aqui se podia apresentar como um tanto ou quanto reciclada, acabou por adquirir novos contornos e resultar num essencial acrescento ao ensaio postulado pelo autor da série. A tecnologia como crescente muleta da memória. O espaço virtual como meio de comunicação bem como barreira."
"Este “Homem sem Medo” é, de certa forma, o vigilante perfeito. Durante o dia actua dentro da lei, no papel de advogado – sempre acompanhado do fiel amigo Foggy – enquanto de noite castiga aqueles cuja justiça não alcança de forma legal. Os sentidos aguçados que ganhou em criança, graças a químicos que o cegaram quando salvou um idoso de ser atropelado, concedem-lhe poderes que ainda reforçam mais a eficácia das suas ocupações."
"Santa merda. No que é provavelmente o melhor final que Game of Thrones já orquestrou, a quinta temporada chega a um fim que se provou ultimamente divisório para os fãs da série. Quando ainda era um épico medieval incipiente, Game of Thrones construía a sua trama através de um enlaçar maquiavélico dos cordelinhos narrativos que tinha ao seu dispor. Se analisarmos a primeira temporada, a morte de Ned Stark começou a ser telegrafada desde que recusou o cargo de Mão do Rei por simples nobreza: foram nove episódios de um perfeitamente calculado jogo de xadrez que nos trouxe uma das mortes ainda mais sentidas da série."
"Enfim chegamos a “Waterloo”, um magnífico exemplar do que a série sabe fazer de melhor. Pegando num marco histórico cheio de simbolismo – a chegada à Lua – e numa campanha publicitária de fast-food (sinais dos tempos, mas o produto sempre foi irrelevante, o que importa é a psicologia), parece que voltamos ao passado da série, a tempos mais simples em que Pete seduzia o cliente, Peggy e Don trabalhavam em conjunto e tudo corria bem. Claro que não é isso que acontece."
"Inteligente e inovadora, se todavia alguém não estiver convencido que Mr. Robot seja a série do ano (e não apenas da temporada veraneante), que dê uma oportunidade aos quase sessenta e cinco minutos do primeiro episódio para o comprovar. O único inconveniente é que, uma vez começada, não a conseguirá deixar. Simplemente genial."
"Se a primeira temporada foi ao Olimpo, a segunda não podia ficar atrás. Desta vez a ameaça vem dos deuses nórdicos. Uma série de cavaleiros com poderes muito superiores aos Cavaleiros de Ouro aparece do nada e coloca a humanidade em risco obrigando a própria Atena a intervir. Serão os Cavaleiros de Bronze capazes de se superarem e de superarem estes novos oponentes? Esta mudança de constelações (cada guerreiro de bronze, prata ou ouro recebeu o seu nome de uma constelação, sendo os doze de Ouro os do Zodíaco) para outra mitologia foi mais do que interessante."
"Séries históricas, ou baseadas em eventos históricos mas com larga liberdade no que toca ao ficcionar dos factos, existem há muito, por isso não se pode afirmar que “The Bastard Executioner” surja no seguimento desta ou daquela. Porém, neste momento, o sucesso de “Game of Thrones” surge como um catalisador para uma tendência (apesar desta se inserir no género de fantasia é sobejamente sabido que é inspirada pela História), tornando-se inevitável não ver em “The Bastard Executioner” uma tentativa de Sutter e do FX em querer navegar na crista dessa onda."
"Aquelas frases podem e possivelmente já foram ditas, sentidas, pensadas, por cada um e por todos nós. A peripécia da tenacidade do jogo da lata, a disputa intergeracional, o regresso à infância, o choro, o riso, o incómodo, o embaraço. Quem nunca sentiu? Por tudo isto, Togetherness é um must-see. E leia-se "ver" no sentido mais abrangente. Sentir, pensar, conhecer, aprender. Porque Togetherness ensina que não é preciso estar perto para estar próximo, mas é preciso muito ser muito próximo para conseguir viver perto."
TCN 2015: Nomeados Reportagem/Cobertura
sábado, outubro 31, 2015
The Chase (1994) + VHS Review
Um arranque a matar, ao som dos The Offspring, logo com um sequestro. Uma mão cheia de subplots hilariantes, qual sátira magistral aos mass media, com as gravações de um programa chamado "The Fuzz" (imitação do multipremiado "Cops"), polícias a serem entrevistados enquanto participam na perseguição, o helicóptero das autoridades indisponível por estar emprestado a um estúdio de cinema e a competição constante entre dezenas de canais de televisão para ver quem rouba o espectador para si. Vale de tudo um pouco, como o repórter que ao tudo supor - "com aquela pontaria, é ex-Marine de certeza" - molda para o público uma imagem totalmente errada do que realmente se passa. Como se não bastasse, temos ainda uma Kristy Swanson linda de morrer e um Charlie Sheen antes das drogas, das prostitutas e do álcool o terem despachado durante muito tempo. Uma mão-cheia de pormenores deliciosos: o ícone punk dos Black Flag, face do "fuck the police" Henry Rollins como... polícia; Anthony Kiedis e Flea dos "Red Hot Chilli Peppers" como saloios que querem ser heróis a todo o custo; e, por fim, o famoso Ron Jeremy - sim, esse mesmo da pornografia - como cameraman. Uma banda-sonora de excelência com os já referidos The Offspring, NOFX, Rancid ou Bad Religion. Tudo isto, e muito mais, relembrado com a malta do VHS num podcast dedicado a um dos meus guilty pleasures de eleição.
Escrito por
Carlos M. Reis
às
13:53
Etiqueta:
Críticas de Cinema,
Filmes de 1990/94,
Podcasts
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sexta-feira, outubro 30, 2015
quinta-feira, outubro 29, 2015
quarta-feira, outubro 28, 2015
TCN 2015: Horários dos Anúncios
01/11/2015
19:00 - Festival
20:00 - Reportagem/Cobertura
21:00 - Crítica de Televisão
22:00 - Artigo de Cinema
02/11/2015
19:00 - Canal de Cabo
20:00 - Ranking/Top
21:00 - Crítica de Cinema
22:00 - Artigo de Televisão
03/11/2015
19:00 - Distribuidora
20:00 - Iniciativa
21:00 - Entrevista
22:00 - Blogue Colectivo de Cinema/TV
04/11/2015
18:00 - Site/Portal/Facebook
19:00 - Rubrica
20:00 - Novo Blogue de Cinema/TV
21:00 - Blogue Individual de Cinema/TV
22:00 - Blogger do Ano
terça-feira, outubro 27, 2015
The Gift (2015)
segunda-feira, outubro 26, 2015
domingo, outubro 25, 2015
Estará o coiso mesmo morto?
sábado, outubro 24, 2015
sexta-feira, outubro 23, 2015
Chernaya Molniya (2009)
quinta-feira, outubro 22, 2015
quarta-feira, outubro 21, 2015
Hot Girls Wanted (2015)
terça-feira, outubro 20, 2015
segunda-feira, outubro 19, 2015
Best Movie Prank Ever
domingo, outubro 18, 2015
Ready, Set, Netflix.
sábado, outubro 17, 2015
Comunicar o Cinema
A blogosfera de cinema não tomou conhecimento nem foi convidada a fazer parte desta conferência intitulada "Comunicar o Cinema" - pelo menos, não vejo ninguém no painel que a represente -, mas muito se falou dos bloggers e da sua credibilidade, da necessidade do público de fazer a distinção entre críticos como o "Jorge Mourinha, o Vasco Câmara ou o Mário Augusto" e os jovens que não se preocupam com factos, já que estes últimos "contaminam o jornalismo e ameaçam os jornalistas". Mas, porque o melhor é cada um fazer a sua apreciação e julgamento, deixo-vos a conferência completa em vídeo. Do que vejo, ora saiu pedrada, ora saiu elogio ao nosso meio; e eu só gostava era de ter visto algum representante da blogosfera presente para dar a sua perspectiva e haver alguma equidade em palco. Não faz mal, continuo a acreditar que o tempo trará justiça, que os blogues de cinema em Portugal terão um dia o peso que os seus congéneres têm noutros países. E, verdade seja dita, esta não deixa de ser uma iniciativa louvável e interessante, mesmo que coxa na forma como ignorou na constituição dos seus convidados aquela que é, provavelmente, a forma mais criativa, original, específica, pluricultural e imparcial de comunicar cinema.
sexta-feira, outubro 16, 2015
quinta-feira, outubro 15, 2015
Knock Knock (2015)
quarta-feira, outubro 14, 2015
terça-feira, outubro 13, 2015
segunda-feira, outubro 12, 2015
Tomorrowland (2015)
domingo, outubro 11, 2015
sábado, outubro 10, 2015
Esforço Minoritário
sexta-feira, outubro 09, 2015
quinta-feira, outubro 08, 2015
quarta-feira, outubro 07, 2015
terça-feira, outubro 06, 2015
Trolljegeren (2010)
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