quarta-feira, fevereiro 08, 2017

Também tu agora, Hulu?

terça-feira, fevereiro 07, 2017

Quem nunca?

segunda-feira, fevereiro 06, 2017

domingo, fevereiro 05, 2017

Café Society (2016)

Espécie de pleonasmo: "Café Society" é o filme mais tradicionalmente Alleniano que Woody Allen realizou esta década, com o melhor não Woody Allen (Jesse Eisenberg) a fazer de Woody Allen de todos os Woody Allens que Woody Allen tem reciclado desde o genial Larry David em "Whatever Works". E por ser o mais tradicional, é também aquele em que o nova-iorquino menos arrisca sair da sua zona de conforto, numa história formatada e filmada em piloto automático, com belíssimos visuais dos anos trinta e um charme irresistível nos seus diálogos que combate a inocente previsibilidade da narrativa, num tom muito light onde Blake Lively, num papel secundário, dá quinze a zero a uma terrivelmente esforçada Kristen Stewart. Tudo muito simples, o que é mais do que suficiente para qualquer fã, como eu, do génio psicótico.

sábado, fevereiro 04, 2017

Vikander Croft? In.

sexta-feira, fevereiro 03, 2017

Nalgas Flash Review: 7 años

quinta-feira, fevereiro 02, 2017

3 Idiots (2009)

Bollywood? Com um cartaz que parece ter sido pensado por uma criança de quatro anos? E um trailer que vende um musical daqueles repletos de cores e bling blings como os indianos tanto gostam? Tudo certo, tudo errado. "3 Idiots", o único filme indiano no conceituado (discutível, eu sei) top dos duzentos e cinquenta melhores de sempre do IMDb, é uma maratona de quase três horas repleta de sentimento e vida, qual fábula previsível, mas afectuosa e enérgica, sobre a força da amizade. Boa disposição, pouco espalhafato - contam-se pelos dedos de uma mão, talvez duas, os tais momentos musicais que caracterizam Bollywood -, muita diversão e uma mensagem envolvente e reconfortante para públicos de todas as idades e feitios. O poder de um sonho, o ardil de um dever, os caminhos estranhos de uma paixão, as dificuldades de uma mãe, as mágoas de um pai e a consolação do bem sobre o mal. O filme de Rajkumar Hirani toca ao de leve em quase todos os obstáculos de uma vida para orquestrar uma espécie de hino à amizade, uma comédia que enche o coração.

quarta-feira, fevereiro 01, 2017

Aftermath inspired by Überlingen

terça-feira, janeiro 31, 2017

Heróis da vida real

"In an era when most people have ditched DVDs and Blu-Ray discs in favor of streaming services like Netflix and Hulu, one Lincoln business owner is counting on the resurgence of video rentals and VHS cassettes. Dustin Ferguson opened Old Skool Video on Jan. 1, 2017 at 110 W. Fletcher Ave., Suite 3 in Lincoln’s Highlands neighborhood. For almost 30 years now, Ferguson has dreamt of opening his own video store. He grew up regularly renting movies at video stores, and his deep love of horror films instilled in him a will to one day sit behind the counter, renting out films from his own collection." [FONTE]

segunda-feira, janeiro 30, 2017

Nas Nalgas do Mandarim - S04E01

domingo, janeiro 29, 2017

O futuro?

Encontrei em Miami um complexo de salas de cinema que tinha preços diferentes para cada filme em exibição, de acordo, pelo que me pareceu, com a hora da sessão, a lotação ainda disponível para a mesma e, melhor do que tudo, com o próprio filme. Por exemplo, um bilhete para o último capítulo da saga "Resident Evil" custava menos de metade do bilhete para uma sessão à mesma hora do "La La Land". Não faria isto muito sentido em todo o lado para promover filmes que passam praticamente despercebidos pelos cinemas?

sábado, janeiro 28, 2017

Olha para nós tão bonitos!

by Carla Rodrigues

sexta-feira, janeiro 27, 2017

Até o Tom Hanks já faz de vilão

quinta-feira, janeiro 26, 2017

The Boy Next Door (2015)

Vamos tratar já do elefante na sala: sim, a Jennifer Lopez é um avião. Um daqueles que é capaz de bater a barreira do som, aterrar na vertical e fazer loops inversos. De roupa interior, fique claro, não propriamente numa qualquer cena de intensidade dramática em que esteja de camisola de gola alta. Dito isto, a esperança recaía em Rob Cohen, realizador de uma mão-cheia de filmes competentes, nada aborrecidos - "Dragon", o primeiro "The Fast and the Furious" ou "xXx", entre outros -, num thriller com um background mais do que batido mas que, ainda assim, podia resultar numa semi-surpresa. Ora bem, quinze/vinte minutos de tensão sexual e depois... bem, depois veio uma avalanche imparável de lugares comuns, que a espaços permitiu-me ir ao google pesquisar por actrizes pornográficas semelhantes à Jennifer Lopez. Sim, lá voltámos nós ao elefante na sala. Que avião.

quarta-feira, janeiro 25, 2017

John Hurt (1940-2017)

terça-feira, janeiro 24, 2017

Take 45 - Musical

segunda-feira, janeiro 23, 2017

Nalgas Flash Review: The Handmaiden

domingo, janeiro 22, 2017

Gorden Kaye (1941-2017)


Muitas noitadas na RTP Açores ali para o final dos anos oitenta a ver Gorden Kaye e os seus irresistíveís "You stupid woman!" ou "You silly old bat!". Até sempre René!

sábado, janeiro 21, 2017

Take Me To Pitcairn (2013)

Um vendedor londrino de papagaios de fio decide viajar para aquele que muitos consideram ser o local mais remoto do planeta, um arquipélago habitado por menos de cinquenta pessoas, visitado anualmente por menos turistas do aqueles que vão ao Polo Sul. Tratam-se das Ilhas Pitcairn, território sobre a alçada britânica, no meio do Oceano Pacífico, longe de tudo e todos, acessível apenas por mar. Julian McDonnell, o tal vendedor de papagaios, é também ele o realizador deste documentário amador premiado numa série de festivais independentes, muito por mérito da forma divertida e histórica - a origem dos seus habitantes provém de uma famosa revolta a bordo de um galeão inglês que já serviu de base para filmes com Marlon Brando, Mel Gibson ou Anthony Hopkins - como McDonnell constrói e apresenta a viagem impossível. Sem orçamento, sem equipa de filmagem, sem certezas, "Take Me To Pitcairn" apenas peca por não conseguir manter o ritmo e a dinâmica divertida após finalmente chegar às Pitcairn, mostrando muito pouco do que é a vida numa ilha onde só há electricidade durante a noite, para poupar o gerador a diesel que por lá anda. E sabem como sei eu disto? Wikipedia. Porque o documentário perdeu toda a sua objectividade quando pôs os pés em terra firme.

sexta-feira, janeiro 20, 2017

Jerry Seinfeld & Netflix

"Jerry Seinfeld has just struck a new deal with Netflix that effectively makes the streaming service the new home for all of his comedic endeavors. This includes stand-up specials, his continuing series Comedians in Cars Getting Coffee, and the potential for new programming from the comedian." [/Film]

quinta-feira, janeiro 19, 2017

Afterlife

quarta-feira, janeiro 18, 2017

Que desilusão, Prime!

A Amazon Prime Video - serviço de streaming de filmes e séries da multinacional de Jeff Bezos, concorrente directa da Netflix - abriu-se ao mundo no passado mês de Dezembro, ficando disponível em mais de duzentos novos países, Portugal incluído. Ora bem, absolutamente dependente do streaming da Netflix nos dias que correm - é na televisão, nos tablets, até na porra dos telemóveis numa simples viagem de comboio -, olhei para esta alternativa como uma nova droga - ainda por cima barata (2,99€ por mês nos primeiros seis meses, o dobro depois) - que podia injectar no sistema e dar mais um kickzinho ao vício. Pois bem, depois do impacto inicial positivo - a nova aventura da malta do Top Gear num 4K infalível e várias séries mais antigas -, destapou-se o véu sobre uma mão-cheia de defeitos quase inevitáveis para um serviço sem qualquer tipo de acompanhamento em território luso:

a) um mês depois da estreia, material novo adicionado foi... zero. Lá fora, são dezenas de novos títulos todos os dias, de todas as décadas e géneros, como podem confirmar aqui;
b) legendas com várias gralhas, abrasileiradas ou mesmo... ausentes em vários episódios e filmes, nem sequer disponíveis em inglês;
c) vários episódios e filmes mais antigos em formato 4:3;
d) a navegação na aplicação, seja no telemóvel ou na televisão, completamente arcaica quando comparada com a subtileza dos menus e do motor de pesquisa da Netflix;
e) mesmo aquela opção que seria o seu grande trunfo em relação à concorrente - a possibilidade ilimitada de download para visualização offline de qualquer conteúdo - acaba por ser um tiro ao lado, pois o download é feito com o primeiro áudio disponível nas opções, que nem sempre é o original/inglês.

Em suma, bendita sejas Netflix. Desculpa o meu pequeno affair, a minha marotice extra-conjugal com o Prime. Estou de volta a ti e sou todo teu. Bem, teu e do Sr. Joaquim, claro.

terça-feira, janeiro 17, 2017

segunda-feira, janeiro 16, 2017

Sherlock (S4/2017)

A quarta temporada da britânica "Sherlock" tinha tudo para funcionar: a morte de uma personagem-chave no primeiro episódio, um vilão inquietante - o brilhante Toby Jones, com um talento inversamente proporcional ao seu tamanho - no segundo e aquela que poderia ter sido a personagem mais complexa e assombrosa da série, logo agora que esta ficou orfã de Moriarty, no finale. Mais: várias ideias que se podiam ter revelado brilhantes se fossem tratadas como no passado, ou seja, com alguma lógica e plausibilidade: a bengala armadilhada, o planeamento antecipado dos movimentos, o reviver da infância de Sherlock e Mycroft, a prisão isolada do mundo numa ilha remota, a repentinamente cool Mrs. Hudson com o seu carro desportivo e Iron Maiden na playlist etc. etc. O que deram todos estes ingredientes fantásticos? Uma refeição azeda, aquela que foi, de longe, a pior temporada da série, demasiado fantasiosa, mal montada - várias vezes parecem faltar cenas de ligação, como é exemplo quase chocante o final do segundo episódio (tiro) com o início do terceiro (tudo bem, move on, era um tranquilizante, já estamos noutra) ou a explosão no apartamento que passa de imediato para uma cena no barco com todos os que tinham sido afectados -, quase insultuosa para o espectador na forma como esperam colar tanta sequência impossível de ocorrer. Sim, expliquem lá como é que a maluquinha de camisa de dormir - melhor termo que arranjo para não spoilar nada a ninguém - arrastava sozinha três matulões da ilha para o cenário da revelação final. Tudo muito difícil de engolir, mal explicado - algo impensável nas restantes temporadas - e, cheira-me, com um adeus escondido naquele recordar do que a dupla já passou e, claro, na inesperada humanização de Sherlock. O tempo dirá.

domingo, janeiro 15, 2017

Madoff de Niro

sábado, janeiro 14, 2017

Quero tanto!

sexta-feira, janeiro 13, 2017

Teaser Poster S4 Nalgas

quinta-feira, janeiro 12, 2017

Predestination (2014)

A montanha (internet) pariu um rato (sci-fi muito fraquinho). Que forma pateta de explorar o conceito das viagens do tempo, atirando-lhe para o meio do eterno dilema do ovo e da galinha, numa premissa tão absurda quanto previsível - não tinham passado vinte minutos e já era óbvio quem eram as personagens mistério. Narração desinteressante, conclusão sem chama ou qualquer significado relevante - foi mesmo só tentar o twist que parecia impossível -, num guião que se crê muito mais inteligente do que aquilo que realmente é. Se as viagens no tempo existirem mesmo, aproveitem para voltar atrás no tempo e dizerem a vocês mesmos para não verem esta brincadeirinha dos irmãos Spierig ("Daybreakers").

quarta-feira, janeiro 11, 2017

terça-feira, janeiro 10, 2017

Onde anda o café?

Pipocas, águas, refrigerantes, tacos, nachos, gelados, etc. etc. Encontra-se de tudo um pouco nos bares estrategicamente colocados nos espaços comuns dos cinemas para facturar algum durante os longos intervalos dos filmes em cartaz. E café? Onde anda o café? Porque é que ninguém vende café? Dava jeito de vez em quando. Principalmente agora que estão a caminho aquela cambada de filmes dos óscares que daqui a um ano estão a 1€ num caixote no Jumbo.

segunda-feira, janeiro 09, 2017

Nalgas Flash Review: 3%

domingo, janeiro 08, 2017

The King of Comedy (1982)

Comédia negra sobre o culto das celebridades e toda uma geração de comediantes de palco, "O Rei da Comédia" é uma sátira à frente do seu tempo - e daí a incompreensão geral que marcou a sua estreia em 1983 -, um tour de force de Robert de Niro no papel de um psicopata estranhamente encantador que procura, a todo o custo, os seus cinco minutos de fama (que acredita serem mais do que suficientes para o lançarem para uma carreira de sucesso). Scorsese não almeja qualquer gargalhada do público, e é essa sua ousadia de oscilar entre o drama e a farsa, o real e a fantasia - sendo a fantasia muito mais real do que a própria realidade - que tornam "The King of Comedy" uma história muito mais pertinente agora do que então. Destaque final para Jerry Lewis, naquele que foi provavelmente o melhor (e mais sério) papel da sua longa carreira. Intemporal: rei por uma noite, rei por uma vida.

sábado, janeiro 07, 2017

Nas Nalgas do Mandarim - S03E25

sexta-feira, janeiro 06, 2017

quinta-feira, janeiro 05, 2017

Scream (S2/2016)

Na primeira temporada da série de terror adolescente da MTV, os guionistas resistiram a um desfecho de homenagem a Wes Craven ao bom estilo da sua famosa saga cinematográfica. O que, diga-se em abono da verdade, foi uma decisão inteligente e, dentro das escolhas possíveis, satisfatória. Ora bem, para este segundo ano, de peito cheio depois dos vários elogios inesperados que a série recebeu no ano de estreia, veio o inevitável whodunnit pateta de tão implausível que era: spoiler alert, o Billy Loomis de 2016. Pior que tudo, não contentes com a asneira que tinham feito, veio ainda um especial de Halloween para encerrar a temporada - pela segunda vez - que consegue ter uma história de fundo tão reles que nem uma casa assombrada e uma ilha deserta conseguem fazer com que o diabo alargue o inferno. O que chateia mesmo? Saber que vou atirar-me à terceira daqui a uns meses, qual voyeur quando passa por um acidente fatal na autoestrada.